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Segurança

Justiça determina prisão preventiva de suspeito de matar namorada em Santa Catarina

Justiça de Santa Catarina determinou a prisão preventiva de José Gustavo Rabelo, suspeito de assassinar a estudante Joviana Evelyn Iankovski em Sangão.

Por Redação Diário Local

A Justiça de Santa Catarina decretou, nesta terça-feira (11), a prisão preventiva de José Gustavo Rabelo, de 21 anos. Ele é suspeito de matar a namorada, a estudante de biologia Joviana Evelyn Iankovski, de 19 anos, em Sangão, no Sul do estado.

O pedido de prisão foi realizado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) durante audiência de custódia. O Juízo da Vara de Garantias acolheu a manifestação da 10ª Promotoria de Justiça de Tubarão e determinou que o jovem permaneça detido.

O corpo de Joviana foi encontrado na última segunda-feira (10), dentro da residência do suspeito, no bairro Santa Apolônia. Segundo informações da Polícia Militar, a estudante estava em um quarto com a porta trancada, envolta em cobertores e apresentava ferimentos no rosto.

O caso veio à tona após a mãe da estudante acionar as autoridades para relatar o desaparecimento da filha. Joviana havia saído de casa na quinta-feira (6) para ir até a casa do namorado e não retornou mais.

Durante o fim de semana, a família começou a suspeitar das mensagens recebidas pelo celular da jovem. De acordo com o relato da mãe, o conteúdo das conversas não correspondia ao padrão de comunicação que a filha costumava utilizar.

Antes de acionar os policiais, os parentes de Joviana chegaram a procurar familiares de Rabelo em busca de informações sobre o paradeiro da estudante. Diante de informações desencontradas, a Polícia Militar foi acionada e localizou o corpo no imóvel.

Após a descoberta, José Gustavo se apresentou em uma delegacia acompanhado de um advogado. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito confessou o crime, e a investigação trabalha com a hipótese de feminicídio.

A Polícia Científica realizou perícia no local para coletar vestígios que ajudem a esclarecer as circunstâncias e a dinâmica da morte. O suspeito permanecerá preso enquanto o inquérito policial é finalizado.

Com a conclusão dos trabalhos da Polícia Civil, os autos deverão ser encaminhados à 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Jaguaruna. O órgão analisará as provas coletadas para decidir pelo oferecimento da denúncia à Justiça.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.