Polícia prende suspeitos de agredir e matar professor de vôlei no Centro do Rio
Dois homens são presos pela Polícia Civil por envolvimento no latrocínio de Carlos Eduardo Cerqueira, ocorrido no Centro do Rio.
Por Redação Diário Local
A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) prendeu dois homens suspeitos de envolvimento no latrocínio do professor de vôlei Carlos Eduardo Cerqueira, de 52 anos. O crime, que resultou na morte do educador após agressões no Centro do Rio, foi esclarecido por meio de imagens de câmeras de segurança que mostram a violência e o roubo do celular da vítima.
O crime ocorreu na segunda-feira (23), quando Carlos Eduardo saiu de casa para trabalhar e não retornou. Na manhã do desaparecimento, o Corpo de Bombeiros (CBMERJ) foi acionado para atender uma ocorrência na região da Rua da Constituição, esquina com a Rua Regente Feijó, onde o professor foi encontrado gravemente ferido.
A vítima foi socorrida e levada ao Hospital Municipal Souza Aguiar. Devido a um traumatismo craniano, ele permaneceu internado por cerca de dois meses, vindo a falecer no dia 29 de agosto.
Durante as investigações conduzidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), os policiais analisaram registros de segurança que permitiram a identificação dos suspeitos. As imagens mostram Adilson Bezerra dos Santos desferindo as agressões contra o professor.
Nas gravações, aparece também Vanderlei Mathias dos Santos registrando todo o ato com um celular e, em seguida, cumprimentando o agressor. Segundo a investigação, o aparelho celular da vítima foi roubado durante o episódio.
A Polícia Civil representou pela prisão temporária de ambos os homens, medida que foi autorizada pela Justiça no dia 30 de setembro. Adilson, que trabalhava como ambulante e já era conhecido por envolvimento em confusões na região, foi localizado e preso por policiais militares de São Paulo no bairro do Carandiru, na quinta-feira (3).
O segundo suspeito, Vanderlei, já se encontrava detido desde 12 de agosto por outro crime. Por esse motivo, o mandado de prisão relativo ao caso do professor foi cumprido diretamente na unidade prisional onde ele estava custodiado.
O caso é investigado como latrocínio, crime caracterizado pelo roubo seguido de morte.
