CPTM oferece vacina contra sarampo em quatro estações de São Paulo a partir desta segunda (6)
A imunização gratuita acontece em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde e é voltada para pessoas de 6 meses a 59 anos.
Por Diário Local
Quatro estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) passam a oferecer vacinação contra o sarampo em São Paulo a partir desta segunda-feira (6/7). A iniciativa é uma parceria com a Secretaria Municipal da Saúde para ampliar a cobertura vacinal na capital paulista.
A imunização gratuita é destinada a pessoas de 6 meses a 59 anos que ainda não foram vacinadas ou que estejam com o esquema vacinal incompleto. Para receber a dose, o passageiro deve apenas apresentar um documento de identificação às equipes de saúde.
O cronograma de vacinação nas estações ocorrerá em datas específicas ao longo de julho: nos dias 6 e 13 e 20 (segundas-feiras); 8 e 15 (quartas-feiras); e 17 (sexta-feira).
As estações contempladas pela campanha estão distribuídas entre duas linhas de trem. Na Linha 11-Coral, o atendimento ocorre na estação Guaianases. Já na Linha 12-Safira, a vacinação será realizada nas estações Comendador Ermelino, Itaim Paulista e São Miguel Paulista.
A ação de mobilização acontece em um momento de alerta epidemiológico. O Ministério da Saúde enviou uma mensagem aos moradores de São Paulo e Guarulhos na última quinta-feira (2/7), reforçando a importância da vacinação devido ao aumento de registros da doença na capital.
Até o momento, o governo do estado confirmou 7 casos de sarampo em todo o território paulista neste ano. O monitoramento busca conter a propagação do vírus na região metropolitana.
Especialistas também apontam riscos relacionados à circulação internacional da doença. Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026, países sede como Estados Unidos, México e Canadá apresentam alta circulação de sarampo, o que aumenta a exposição de viajantes brasileiros.
A campanha nas estações busca facilitar o acesso da população que utiliza o transporte público, garantindo que o esquema vacinal seja atualizado de forma rápida e descentralizada.
