Minidólar fecha em queda de 0,92% e reforça viés de baixa para o mercado
Contratos de minidólar encerram sessão em 5.158 pontos, acompanhando movimento externo e cenário de juros nos EUA e Brasil
Por Diário Local
Os contratos de minidólar (WDOQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão de 06/07 com queda de 0,92%, cotados a 5.158 pontos. O resultado amplia o movimento de venda registrado nos pregões recentes.
No cenário externo, a moeda americana perdeu força frente a algumas das principais divisas em um dia de pouca movimentação de gatilhos relevantes para os mercados. Após o feriado nos Estados Unidos, os investidores mantiveram o foco nas perspectivas para a política monetária.
No Brasil, o câmbio acompanhou o comportamento internacional. O mercado também reagiu às projeções do Boletim Focus, que manteve as previsões para o dólar e para a taxa Selic (juros básicos) praticamente estáveis.
O que esperar para o curto prazo?
No gráfico de 15 minutos, o minidólar manteve o fluxo de venda e fechou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça o viés de baixa no curtíssimo prazo. Para que a queda continue, é necessário o rompimento da região entre 5.157 e 5.144,5 pontos.
Caso esse suporte seja rompido com volume, o contrato pode buscar os níveis de 5.131 e 5.119 pontos, com alvos mais longos entre 5.099 e 5.080 pontos. Por outro lado, uma reação de alta dependeria da superação da resistência situada entre 5.171 e 5.181,5 pontos.
No gráfico diário, o ativo também retomou o fluxo de baixa ao romper as médias móveis de 9 e 21 períodos. Para recuperar força, o minidólar precisará voltar à região de 5.200 pontos e, posteriormente, superar os níveis de 5.269,5/5.340 pontos.
Cenários de suporte e resistência
Em uma continuidade da tendência de baixa, os principais suportes estão localizados entre 5.157 e 5.064 pontos. Caso essa faixa seja perdida, o ativo pode buscar os patamares de 4.981 e 4.912 pontos.
No gráfico de 60 minutos, o cenário permanece pressionado, com o minidólar abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Para uma retomada de alta mais consistente, será necessário romper a resistência entre 5.200 e 5.237,5 pontos, podendo avançar até 5.340 pontos.
Enquanto a alta não ocorre, a região entre 5.157 e 5.099 pontos é acompanhada como suporte principal. A perda desse intervalo pode intensificar as vendas, levando o contrato para os níveis de 5.080/5.064 pontos e, em um movimento amplo, para 5.036 e 5.000 pontos.
