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BR-381

Pedágios na BR-381 entre Belo Horizonte e Governador Valadares terão reajuste de 4,1%

A Agência Nacional de Transportes Terrestres aprovou novas tarifas para as cinco praças de cobrança operadas pela concessionária Nova 381.

Por Redação Diário Local

As tarifas de pedágio no trecho de 303 quilômetros da BR-381, entre Belo Horizonte e Governador Valadares, passarão por um reajuste de 4,1%. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou o aumento nas cinco praças de cobrança operadas pela concessionária Nova 381, com os novos valores entrando em vigor a partir da meia-noite desta quinta-feira (6).

Para veículos de passeio, como automóveis, caminhonetes e furgões, os novos preços serão de R$ 16,20 na praça de Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Em João Monlevade, na Região Central de Minas, o valor chega a R$ 13,40. Já as três praças localizadas no Vale do Rio Doce terão as tarifas de R$ 15,70 em Jaguaraçu, R$ 12,60 em Belo Oriente e R$ 13,20 em Governador Valadares.

O reajuste acontece menos de um ano após o início da operação das duas primeiras praças de cobrança, que ocorreu em setembro de 2025. Para as demais categorias de veículos, os valores serão calculados seguindo o número de eixos e os multiplicadores já praticados pela concessionária no trecho.

Atualmente, os valores para carros de passeio são de R$ 15,50 em Caeté; R$ 12,90 em João Monlevade; R$ 15,10 em Jaguaraçu; R$ 12,10 em Belo Oriente; e R$ 12,60 em Governador Valadares. O valor máximo cobrado na rodovia é destinado a carretas de nove eixos, que atualmente pagam R$ 139,50.

Por que houve o reajuste?

O aumento de 4,1% foi baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). De acordo com a ANTT, o percentual aplicado ficou abaixo dos 4,37% registrados pelo índice entre julho de 2025 e junho de 2026, que serviu como base para a atualização tarifária.

Durante a revisão, a agência analisou os fatores de reequilíbrio previstos no contrato de concessão. A ANTT informou que os fatores A, D e E não geraram alterações, enquanto o Fator C teve um efeito redutor de R$ 0,03538 no cálculo final. A tarifa relativa ao Fluxo Contínuo Monitorado não sofreu mudanças e permanece zerada.

Segundo a agência reguladora, a revisão ordinária é fundamental para manter os parâmetros da concessão atualizados. O objetivo é garantir a transparência na evolução das tarifas e assegurar as condições necessárias para a continuidade dos serviços, da manutenção e das demais obrigações previstas para a rodovia.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.