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Propriedade de Angelina Jolie no Camboja lidera projetos de preservação socioambiental

Residência de 39 hectares na província de Battambang serve de base para ações da Fundação Maddox Jolie-Pitt.

Por Redação Diário Local

A atriz Angelina Jolie mantém um refúgio na floresta do Camboja que serve como base para diversos projetos socioambientais. A propriedade está localizada no distrito de Samlot, na província de Battambang, e é cercada por uma área de mata preservada.

A residência foi adquirida em 2003, um ano após a adoção de seu primeiro filho, Maddox, em 2002. O interesse pela região surgiu durante as gravações do filme Lara Croft: Tomb Raider, ocorrido em 2001.

Com cerca de 39 hectares, a propriedade possui uma extensão equivalente a 55 campos de futebol. Embora a atriz seja a proprietária do terreno, ela não possui controle sobre a mata vizinha, que é zona de proteção ambiental desde 1993.

Para atuar na conservação da região, Jolie utiliza sua organização, a Fundação Maddox Jolie-Pitt. A entidade coordena frentes de trabalho voltadas ao combate ao desmatamento e à repressão da caça ilegal no ecossistema local.

O que a fundação desenvolve na região?

Além da proteção ambiental, a fundação Maddox Jolie-Pitt implementa programas de agricultura sustentável. O objetivo é promover o desenvolvimento das populações locais de forma integrada à preservação da floresta.

As ações da organização também abrangem o suporte a projetos sociais fundamentais. Entre as frentes de atuação estão a educação, a saúde e a garantia de acesso a serviços básicos para as comunidades da área.

Arquitetura e uso do local

A arquitetura da casa segue o estilo tradicional do Camboja, com estrutura em madeira, varandas e sistema de ampla ventilação. O design busca integrar a construção ao ambiente natural do refúgio.

Além de sua função como base para atividades socioambientais, a residência também é utilizada para fins comerciais. A propriedade já serviu como cenário para campanhas publicitárias de marcas globais, como a Guerlain.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.