Grávida Franciny Ehlke critica toques na barriga sem autorização
A influenciadora explicou que a gestação aumentou sua sensibilidade e defendeu o respeito ao corpo e ao consentimento.
Por Redação Diário Local
A influenciadora Franciny Ehlke, de 27 anos, gerou debate nas redes sociais ao declarar que não aceita o toque de outras pessoas em sua barriga sem autorização prévia. Grávida de sua primeira filha, Zara, a comunicadora afirmou que o período de gestação a deixou mais sensível em relação ao contato físico.
A declaração ocorreu enquanto a influenciadora se preparava para o Baile da Sephora, evento realizado na sexta-feira (16). Durante a produção para a festividade, Franciny conversou com o maquiador responsável por seu visual sobre a aplicação de iluminador no corpo.
Ao mencionar a possibilidade de passar o produto na região abdominal, ela explicou que não se sente confortável com esse tipo de contato. A influenciadora ressaltou que o profissional responsável pela maquiagem respeitou o seu espaço e não tocou em sua barriga.
Sensibilidade e percepção do corpo
Após a repercussão de seus comentários, Franciny voltou ao assunto para explicar o contexto e defender que o desconforto de uma gestante deve ser respeitado. Segundo ela, o objetivo não era ofender o profissional, mas ilustrar como a gravidez altera a relação da mulher com o próprio corpo.
A influenciadora destacou que a sensibilidade é uma característica comum durante o período gestacional. Ela mencionou que muitas pessoas podem não ter vivenciado ou convivido com uma gestante para compreender essas mudanças na percepção sensorial.
Limites e consentimento
Franciny pontuou que o fato de uma mulher estar grávida não concede a terceiros a liberdade de tocar em seu corpo. Ela defendeu que qualquer aproximação física deve ser precedida de consentimento, independentemente do nível de intimidade ou amizade entre as pessoas.
A comunicadora classificou como falta de respeito o ato de tocar na barriga de uma gestante sem permissão. Para ela, a prática não deve ser comum, reforçando a necessidade de preservar a autonomia da mulher sobre sua integridade física durante a maternidade.
