Juliana Paes e marido processam companhia aérea por atraso em viagem ao Japão
Atriz e marido pedem ressarcimento de danos materiais e morais após viagem de 43 horas com escala em Dubai.
Por Redação Diário Local
A atriz Juliana Paes e o empresário Carlos Eduardo Baptista entraram com uma ação na Justiça contra a companhia aérea Emirates Airlines. O casal busca o ressarcimento de R$ 82 mil por danos materiais e compensação por danos morais, após enfrentar transtornos durante uma viagem para o Japão.
De acordo com o processo, os problemas começaram ainda no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro. O embarque para Tóquio, que teria escala em Dubai, estava previsto para as 3h30 de sábado (30), mas a aeronave partiu apenas às 10h, com um atraso de quase sete horas.
A demora na saída do Brasil comprometeu o restante do itinerário. Ao desembarcarem em Dubai, os passageiros perderam a conexão que os levaria ao destino final no Japão. O percurso, que inicialmente deveria durar 26 horas, acabou levando 43 horas e 35 minutos para ser concluído.
Outro ponto destacado na ação judicial refere-se ao conforto durante o voo. Juliana Paes alegou que o sistema de inclinação de sua poltrona apresentou defeito e não funcionou corretamente durante o trajeto.
A atriz sustenta que tentou resolver o problema com a equipe de bordo da companhia, mas não obteve uma solução para a falha técnica até o fim da viagem. A impossibilidade de utilizar o assento adequadamente integra os argumentos do pedido de indenização.
Divisão dos valores pedidos
O montante total cobrado na Justiça é de R$ 82 mil. Desse valor, R$ 32 mil são destinados ao ressarcimento de danos materiais causados pelos atrasos e transtornos enfrentados pelo casal.
O restante da cobrança, no valor de R$ 50 mil, refere-se à indenização por danos morais. O pedido prevê o pagamento de R$ 25 mil para Juliana Paes e R$ 25 mil para seu marido, Carlos Eduardo Baptista.
O processo detalha que o planejamento da viagem foi severamente afetado pelas alterações de horário e falhas de serviço, impactando o tempo total de deslocamento entre o Rio de Janeiro e Tóquio.
