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Laura Fernandez relata emoção ao assistir documentário sobre Preta Gil

Modelo e influenciadora digital falou sobre o impacto do documentário 'Meu Nome é Preta' e a saudade da ex-sogra.

Por Redação Diário Local

A modelo e influenciadora digital Laura Fernandez relatou ter se emocionado ao assistir ao documentário 'Meu Nome é Preta', lançado recentemente sobre a trajetória da cantora Preta Gil. Em entrevista realizada nesta sexta-feira (7), na Cidade do Samba, no Rio de Janeiro, Laura descreveu o forte impacto da produção e a intensidade da saudade que sente da ex-sogra.

A influenciadora afirmou que a cantora, que faleceu em julho de 2025 após enfrentar um câncer no intestino, permanece presente em seu cotidiano de forma muito ativa. Segundo Laura, o documentário foi especialmente doloroso por trazer novamente à tona a presença da artista e as memórias compartilhadas ao longo dos anos.

Durante o relato, Laura descreveu a experiência de rever a história de Preta como um momento de profunda comoção. "A Preta é muito viva na minha vida. Ela está comigo diariamente. É uma falta inesquecível", declarou a modelo, que mencionou ter chorado intensamente ao acompanhar as imagens da produção.

A modelo detalhou que a obra despertou uma mistura de sentimentos, transitando entre a beleza das lembranças e a dureza da ausência. "Foi muito duro, foi muito difícil, foi muito emocionante, foi muito bonito", afirmou, reiterando que sente a perda todos os dias.

Laura, que é mãe de Sol de Maria e foi companheira de Francisco Gil, explicou que a partida da cantora alterou sua própria percepção de felicidade. Para ela, será necessário encontrar uma nova maneira de conviver com o vazio deixado pela ex-sogra.

O legado de Preta Gil

Ao refletir sobre a trajetória da artista, Laura destacou o principal ensinamento deixado pela musicista. Para a influenciadora, o documentário e a série ajudam a evidenciar a capacidade de Preta Gil em valorizar a vida e manter sua autenticidade, mesmo diante das adversidades.

A modelo ressaltou que essa característica era constante na vida da cantora, manifestando-se tanto antes quanto durante o enfrentamento da doença. Segundo Laura, a mensagem central de que "a vida é agora" é um aprendizado que transcende a esfera pessoal.

A produção documental busca registrar a essência de Preta Gil, focando em sua postura de permanecer fiel a quem era em todos os momentos. Para Laura, a obra serve como um registro rico sobre a importância de viver com intensidade e verdade.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.