Diário Local
Copa do Mundo

Copa do Mundo de 2026: 16 técnicos deixam seus cargos após o torneio

O torneio resultou em mudanças em quase um terço dos treinadores das seleções participantes, com demissões e pedidos de renúncia.

Por Davy Albuquerque

A Copa do Mundo de 2026 resultou na saída de 16 técnicos de suas seleções após o término do torneio. O número de profissionais que deixaram o comando de suas equipes corresponde a 32,6% do total de 49 treinadores que trabalharam no Mundial.

As movimentações ocorreram por meio de demissões, pedidos de renúncia, fim de contrato ou decisões em comum acordo. A maioria das mudanças aconteceu logo após as eliminações das equipes, embora alguns casos tenham sido oficializados apenas posteriormente.

Como ocorreram as mudanças de técnicos?

O desfalque de treinadores foi distribuído ao longo das fases da competição. Oito profissionais deixaram seus cargos após as eliminações na fase de grupos. Outros seis se despediram das seleções após quedas na fase de 16 avos de final, enquanto dois encerraram seus ciclos nas oitavas de final.

A Tunísia registrou o maior número de trocas, com dois treinadores durante o torneio. Sabri Lamouchi foi demitido após a estreia da seleção contra a Suécia, e Hervé Renard teve seu vínculo de curta duração encerrado após a eliminação do país na fase de grupos.

Quais foram as saídas na fase de grupos?

Entre os técnicos que deixaram o comando após a fase inicial estão Hong Myung-Bo, da Coreia do Sul, que pediu demissão, e Miroslav Koubek, da República Tcheca, que também renunciou ao cargo. Steve Clarke, da Escócia, pediu demissão após a derrota para o Brasil.

O Uruguai também teve mudança após o encerramento da primeira fase: Marcelo Bielsa deixou a seleção após o time conquistar apenas dois pontos no torneio. Jamal Sellami, da Jordânia, também deixou o cargo após a primeira participação histórica do país em Copas.

Mudanças no mata-mata e oitavas de final

Na fase de 16 avos de final, as saídas incluíram Ronald Koeman, da Holanda, que pediu demissão, e Julian Nagelsmann, da Alemanha, que entregou o cargo após eliminação nos pênaltis. Sebastián Beccacece, do Equador, e Zlatko Dalic, da Croácia, também se despediram de suas equipes nesta etapa.

Carlos Queiroz, de Gana, e Pape Thiaw, do Senegal, também deixaram seus postos após a fase de 16 avos. Na etapa das oitavas de final, Javier Aguirre, do México, saiu após derrota para a Inglaterra, e Roberto Martínez, de Portugal, renunciou ao cargo após o confronto contra a Espanha.

Sébastien Migné, do Haiti, também encerrou sua passagem pela equipe após a participação do país na competição.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.