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Mark Carney afirma que conversa com Donald Trump sobre acordo comercial entre Canadá e EUA foi positiva

Primeiro-ministro do Canadá afirma que diálogo com presidente dos EUA busca gerar empregos e respeitar a soberania canadense

Por Redação Diário Local

O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, afirmou, neste domingo (1º), que teve uma conversa positiva com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o futuro das relações comerciais entre as duas nações.

Segundo Carney, o diálogo dá continuidade às discussões recentes sobre os termos de um possível entendimento comercial. O objetivo, conforme declarado pelo premiê, é alcançar um acordo que gere empregos, aumente a acessibilidade para as famílias e respeite a soberania, a cultura e as línguas do Canadá.

Representantes de ambos os países devem trabalhar nas próximas semanas para transformar os pontos discutidos em um acordo concreto entre as duas economias.

Histórico de tensões comerciais

A conversa ocorre após um período de tensões entre Washington e Ottawa, marcado pela imposição de tarifas e medidas de retaliação. Desde o início do segundo mandato, Trump adotou uma política de taxação de produtos estrangeiros, atingindo parceiros comerciais tradicionais dos Estados Unidos.

Em agosto, o fim das negociações entre os dois países resultou na aplicação de tarifas americanas sobre produtos canadenses avaliados em cerca de US$ 20 bilhões. O governo do Canadá respondeu com taxas sobre produtos dos Estados Unidos em valor semelhante.

Posteriormente, Trump anunciou novas tarifas de até 50% sobre determinados itens. Em 23 de outubro (23), o líder americano reduziu algumas das tarifas aplicadas ao Canadá para aliviar impactos em setores da economia dos Estados Unidos, mas anunciou novas taxas sobre outros produtos, como carpetes, válvulas e resíduos.

Busca por entendimento

Na última semana, Trump declarou em comício que os dois países chegariam a um acordo comercial "muito em breve". O presidente americano afirmou que o Canadá estaria disposto a fazer concessões para alcançar o entendimento.

Apesar do tom de diálogo recente, o presidente dos Estados Unidos manteve a defesa de suas políticas tarifárias. Anteriormente, havia a ameaça de novas tarifas a partir de 1º de janeiro de 2027, o que aumentava a pressão sobre as negociações bilaterais.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.