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Chile

Chile decreta estado de emergência em 10 regiões devido a tempestades e risco de chuvas extremas

Governo chileno mantém estado de emergência até o dia 21; regiões de Coquimbo e Valparaíso estão sob alerta máximo.

Por Davy Albuquerque

O governo do Chile declarou estado de emergência em dez das 16 regiões administrativas do país até o dia 21 de julho. A medida foi tomada em razão da chegada de um sistema frontal que deve provocar fortes chuvas e mar agitado em parte do território.

A decisão foi anunciada na última segunda-feira (13) como parte de um protocolo de segurança. Segundo o governo chileno, os órgãos estatais já estão mobilizados e preparados para o atendimento à população afetada pelas condições climáticas.

Nesta quarta-feira (15), a Direção Meteorológica do Chile elevou o nível de alerta para as regiões Metropolitana, de Coquimbo e Valparaíso. Nessas localidades, foi decretado o estado de alarme, considerado o nível mais grave do sistema de monitoramento.

O órgão meteorológico alerta para a previsão de fenômenos de severidade extrema. Há um risco elevado de danos materiais e ameaças à integridade física das pessoas nas áreas sob alerta.

O presidente José Antonio Kast liderou as ações preventivas, que incluem a coordenação com delegados presidenciais regionais. O governo também realiza a supervisão direta de trabalhos destinados a reduzir os riscos de inundações e transbordamentos de rios.

As autoridades locais emitiram orientações de autocuidado para a população. Entre as recomendações estão evitar zonas montanhosas e áreas costeiras durante o período de ondas altas, além de manter kits básicos de emergência prontos em caso de isolamento.

O ministro do Interior e da Secretaria-Geral do Governo, Claudio Alvarado, reforçou o pedido para que as famílias tomem precauções. Ele afirmou que o governo trabalha com responsabilidade para fornecer alertas oportunos sobre as consequências dos sistemas frontais.

As ações de resposta integram o Plano de Inverno 2026, sob gestão do Ministério de Obras Públicas. O plano dispõe de um investimento de US$ 468 milhões para conservação, limpeza de bueiros e leitos de rios, remoção de neve e monitoramento de infraestrutura.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.