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Estados Unidos

ICE confirma 14 prisões de estrangeiros por fraude eleitoral nos Estados Unidos

Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA divulgou nomes de detidos, incluindo brasileiros, envolvidos em crimes durante as eleições.

Por Redação Diário Local

O Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) confirmou a prisão de 14 estrangeiros acusados de envolvimento em fraudes eleitorais e outros crimes durante as eleições de meio de mandato no país, nesta terça-feira (3).

Os registros das prisões fazem parte de uma investigação nacional sobre suspeitos de votação ilegal nos pleitos americanos. Entre os indivíduos identificados estão cidadãos de países como Brasil, Canadá, México, Libéria, Vietnã e Cuba.

De acordo com o órgão, os documentos detalham as acusações e, em alguns casos, antecedentes criminais dos envolvidos, embora nem todos os citados tenham sido condenados pelos crimes de que são acusados.

Brasileiros entre os detidos

Dois brasileiros aparecem na documentação divulgada. Vilmelena Dye, também conhecida como Vilmelena Pereira, é ex-residente permanente legal dos Estados Unidos e foi presa sob acusação de votar ilegalmente na eleição de 1996.

O outro brasileiro citado é Aparecido Padovan. Ele é acusado de votar ilegalmente e de declarar falsamente ser cidadão americano para participar do processo eleitoral. Segundo os registros, ele teria votado nas eleições de 2016, 2022 e 2024.

Outras nacionalidades envolvidas

A lista de detidos inclui cidadãos de diversas origens. Entre os mexicanos estão Alejandro Villegas Garcia, acusado de votar ilegalmente em 2022 e 2024, além de Julio Ceser Arias Antonio e Dilea Ochoa Perez, ambos beneficiários do programa DACA (Ação Diferida para Chegadas na Infância).

Cidadãos da Libéria também foram identificados. Stanley Jide foi preso por votação ilegal em 2022 e possui condenações por agressão e fuga de policial. Bhator Bryant e Chris Adam Pettiquoi são acusados de declarar falsamente a cidadania americana para votar.

O grupo de prisões também conta com canadenses, como Allan Joseph William Arseneault e Christian Liam Schenk, além de Paula Stitt, que admitiu ter votado sendo estrangeira. Outros detidos incluem cidadãos da Somália, Vietnã, Cuba e Trinidad e Tobago.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.