Donald Trump afirma que mil mísseis estão prontos para ataque ao Irã caso ele seja alvo de assassinato
Presidente dos Estados Unidos disse que as Forças Armadas estão preparadas para destruir áreas do país caso ocorra um atentado contra ele.
Por Diário Local
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (11/7) que mil mísseis estão prontos para o disparo contra o Irã caso o governo do país realize um atentado contra sua vida. O líder norte-americano declarou que as ordens de combate já foram transmitidas às Forças Armadas dos EUA.
Por meio de suas redes sociais, Trump detalhou que o contingente militar está preparado para destruir áreas do território iraniano. Segundo o presidente, a capacidade de resposta estaria disponível por um período de um ano, podendo ser prorrogada.
O presidente explicou que o plano de resposta prevê o uso de um lote inicial de mil mísseis. Além dessa força de ataque imediata, ele afirmou que outros milhares de projéteis seriam disparados na sequência do ataque inicial.
“Estou na lista deles há muito tempo. É com isso que estamos lidando”, revelou Trump ao comentar a hostilidade. O norte-americano reforçou que deixou instruções para que o país seja bombardeado em níveis nunca vistos anteriormente caso seja alvo de um assassinato.
As declarações ocorrem em um momento de tensão sobre possíveis ameaças à segurança do líder dos EUA. Trump reiterou que as Forças Armadas estão "prontas, dispostas e capazes" de realizar a operação de grande escala.
Na sexta-feira (10/7), o presidente chegou a negar que tivesse recebido informações de inteligência de Israel sobre um novo plano iraniano para matá-lo. Contudo, ele manteve a postura de que as instruções de contraataque massivo já foram formalizadas.
Apesar da negação de recebimento de dados específicos de Israel, o cenário de alerta permanece alto. O presidente americano enfatizou que a questão de sua segurança está diretamente ligada à prontidão de suas forças militares em resposta a qualquer tentativa de ataque.
O governo dos Estados Unidos mantém o monitoramento sobre as movimentações do Irã. O anúncio de Trump reforça o tom de retaliação imediata e de proporções sistêmicas contra a nação do Oriente Médio em caso de confirmação de atentado.
