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Cotidiano

Erosão avança sob asfalto da BR-158 entre Brasilândia e Três Lagoas

O avanço da erosão sob a pista gera preocupação entre motoristas, especialmente com o tráfego de caminhões e as chuvas.

Por Redação Diário Local

Uma erosão que avança por baixo do asfalto na BR-158, no trecho entre os municípios de Brasilândia e Três Lagoas, ameaça romper o pavimento e causar acidentes. O desgaste no solo compromete a estrutura da pista, gerando preocupação entre moradores e motoristas que utilizam a rodovia.

O problema já foi identificado e o local recebeu sinalização para alertar os condutores sobre o risco. No entanto, a situação é considerada crítica devido ao fluxo constante de caminhões e à frequência de chuvas na região, que podem acelerar o processo de erosão sob a camada asfáltica.

Moradores que utilizam o trecho relatam que o buraco está avançando de forma contínua sob a pista. A progressão da erosão pode levar ao colapso imediato do asfalto, criando um risco direto para a segurança de quem trafega pelo local.

O tráfego intenso de veículos de carga é um dos fatores que agrava a instabilidade do terreno. O peso dos caminhões que circulam pela BR-158 exerce pressão constante sobre a área afetada, aumentando as chances de um rompimento súbito.

As condições climáticas também são um elemento de risco para a manutenção da via. A ocorrência de chuvas tem sido apontada como um fator que potencializa o avanço da erosão sob o pavimento, dificultando a estabilidade do trecho.

Até o momento, a sinalização no local serve apenas como medida preventiva de alerta. Não há informações sobre cronogramas de obras para a recuperação definitiva da estrutura da rodovia entre Brasilândia e Três Lagoas.

A preocupação de quem circula pela rota cresce à medida que o desgaste se torna mais visível. O monitoramento do avanço do buraco é fundamental para evitar que a pista se abra completamente sob a passagem de veículos.

O trecho afetado é uma importante via de ligação para o transporte de carga no Mato Grosso do Sul, o que torna a resolução do problema essencial para a fluidez e segurança do tráfego regional.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.