Preço da soja cai em sete cidades de Mato Grosso do Sul, com maior baixa em Sonora
Preço médio da saca de 60 quilos recuou 2,02% no estado entre o final de outubro e o início de novembro, segundo a Famasul.
Por Redação Diário Local
O preço médio da saca de soja de 60 quilos caiu 2,02% em Mato Grosso do Sul entre os dias 26 e nesta quinta-feira (29), passando de R$ 145,69 para R$ 142,75. A informação foi divulgada pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) em boletim publicado nesta terça-feira (3).
O levantamento, que acompanhou as cotações em oito municípios produtores, apontou que Sonora registrou a maior desvalorização do estado, com queda de 4,79%. Nesse município, o valor da saca recuou de R$ 146 para R$ 139.
Quais cidades registraram queda no preço da soja?
Além de Sonora, outros municípios produtores apresentaram redução nos valores. Em Chapadão do Sul, o recuo foi de 3,05%, enquanto São Gabriel do Oeste registrou queda de 2,40%. Ponta Porã teve baixa de 2,06% e Dourados apresentou redução de 1,71%.
Maracaju registrou desvalorização de 1,38% e Campo Grande teve queda de 0,68%. Em Sidrolândia, a cotação permaneceu estável em R$ 143 durante o período pesquisado.
Mesmo com a retração recente, a soja mantém valores superiores aos do ano passado. A média de R$ 143,03 registrada entre 26 e nesta quinta-feira (29) é 14,52% maior do que os R$ 124,90 apurados no mesmo período de 2025.
Como está o plantio da safra 2026/2027?
O plantio da safra 2026/2027 alcançou 68,6% da área prevista até o dia nesta sexta-feira (30), o que equivale a aproximadamente 3,34 milhões de hectares. O ritmo de semeadura estava 0,6 ponto percentual acima do registrado no mesmo período do ciclo anterior.
A região sul do estado apresenta o plantio mais avançado, com 76,2% da área semeada. Na região central, o índice é de 60,3%, enquanto o norte registra 52,2%.
O levantamento também identificou que 22.718 hectares necessitam de replantio, o que representa cerca de 0,5% da área estimada. A necessidade de novos plantios é motivada por encharcamento, erosão e formação de crostas no solo. A região central concentra a maior parte desses hectares, com 13.213 áreas demandando atenção.
