Diário Local
Rio de Janeiro

Prefeitura do Rio proíbe cinco empresas de utilizarem o heliponto da Lagoa

Medida foi anunciada pela prefeitura e pela ANAC durante coletiva nesta terça-feira (18); outras 12 empresas seguem autorizadas.

Por Redação Diário Local

A prefeitura do Rio de Janeiro e a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) anunciaram, nesta terça-feira (18), a proibição de cinco empresas utilizarem o heliponto da Lagoa para voos panorâmicos. A medida foi detalhada durante coletiva de imprensa com o prefeito Eduardo Cavaliere e o diretor-presidente da ANAC, Tiago Chagas Faierstein.

O heliponto da Lagoa é de responsabilidade da prefeitura do município. Segundo a administração municipal, as cinco empresas impedidas possuíam um termo de compromisso que permitia apenas o pouso no local, mas o documento não autorizava a prática de voos panorâmicos por esses grupos.

Até o momento, a única companhia que permanece com a permissão para realizar esse tipo de atividade no heliponto da Lagoa é a Helisul. A restrição aplicada visa adequar as operações ao que foi previamente estabelecido nos termos de uso da área.

Apesar da proibição para os cinco grupos citados, o setor de aviação na região não será interrompido. A ANAC informou que outras companhias continuam operando dentro das normas vigentes no local.

De acordo com o diretor-presidente da agência reguladora, 12 empresas estão devidamente autorizadas a realizar voos panorâmicos na localidade. O controle dessas atividades é fundamental para a organização do tráfego aéreo na zona sul do Rio.

O número de equipamentos aptos para o serviço também foi detalhado durante o anúncio. Ao todo, existem 46 aeronaves preparadas para a realização das atividades de voo na área do heliponto.

A medida busca regularizar o uso do espaço público e garantir que as autorizações de voo estejam em total conformidade com os termos de compromisso firmados junto ao município.

O anúncio conjunto da prefeitura e da ANAC reforça a fiscalização sobre as operações aéreas no Rio de Janeiro, especialmente em pontos de grande circulação e importância turística como a Lagoa Rodrigo de Freitas.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.