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Saúde

Protocolo em Campo Grande garante atendimento imediato a crianças vítimas de violência sexual

Novo protocolo prevê acolhimento na rede de saúde e encaminhamento de crianças para órgãos de proteção social.

Por Redação Diário Local

Crianças e adolescentes vítimas de violência sexual em Campo Grande devem receber atendimento imediato por meio de um novo protocolo de acolhimento estabelecido no município. A medida cria fluxos específicos para garantir que a assistência médica e o suporte psicológico ocorram de forma rápida e integrada.

O novo procedimento determina que o primeiro passo do atendimento seja o acolhimento direcionado na rede de saúde local. O objetivo é oferecer suporte médico imediato para tratar possíveis consequências físicas e garantir o cuidado inicial das vítimas.

Além do suporte clínico, o protocolo prevê a realização de escuta especializada para os menores envolvidos. Esse processo busca garantir que o relato da criança ou adolescente ocorra de maneira protegida, evitando a revitimização durante o atendimento.

Após as etapas iniciais de saúde e escuta, o fluxo estabelece o encaminhamento obrigatório dos casos para os órgãos de proteção. A medida visa conectar rapidamente as áreas de saúde e assistência social para dar continuidade ao processo.

A integração entre as diferentes frentes de atuação busca assegurar a proteção integral de crianças e adolescentes. Com o novo fluxo, a rede de assistência social e jurídica passa a trabalhar em conjunto com a rede de saúde desde o primeiro contato.

A implementação do protocolo busca padronizar o modo como o município lida com situações de violência sexual. A prioridade é que o acolhimento não sofra interrupções entre a identificação do caso e o suporte jurídico e social.

O desenho da medida foca na agilidade do atendimento para evitar a desassistência. Ao definir etapas claras, o município busca fortalecer a rede de proteção e garantir que os direitos dos menores sejam preservados com urgência.

Com o cronograma de atendimento definido, a expectativa é que as vítimas recebam o suporte necessário sem os atrasos causados pela falta de fluxo estabelecido anteriormente. O sistema deve funcionar de maneira coordenada entre os órgãos municipais de proteção.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.