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Concurso Público

Câmara de Jardim marca para 27 de setembro reaplicação de prova de concurso anulada

Nova avaliação para o cargo de advogado ocorre no dia 27; candidatos podem solicitar reembolso de taxa ou auxílio-transporte.

Por Redação Diário Local

A Câmara Municipal de Jardim (MS) agendou para o sábado (27) a reaplicação da prova do concurso público para o cargo de advogado, que havia sido anulada por falhas de impressão. A nova avaliação será realizada no município e os candidatos que não desejarem participar poderão pedir a devolução da taxa de inscrição ou auxílio-transporte.

O problema ocorreu na primeira aplicação, realizada em 16 de agosto, quando candidatos identificaram que as respostas corretas apresentavam letras mais apagadas do que as demais alternativas. O erro nas 40 questões permitiu que o padrão fosse notado durante a avaliação, levando à anulação do certame após auditoria.

O Instituto de Avaliação Nacional (IAN), organizador do concurso, reconheceu que houve uma falha mecânica durante a impressão nos equipamentos da própria instituição. Segundo a organizadora, o problema de impressão no parque gráfico causou diferenças visíveis nas alternativas, o que foi atribuído à falta de tinta durante o processo.

Os inscritos no cargo de advogado que participaram da primeira prova e não pretendem realizar a nova avaliação podem solicitar o reembolso do valor da inscrição. O pedido deve ser formalizado pela Área do Candidato, no site do IAN, até esta segunda-feira (21).

Candidatos que residem fora de Jardim e optarem por fazer a prova no sábado (27) também podem solicitar auxílio para despesas de deslocamento. O benefício é voltado para quem mora a pelo menos 15 quilômetros do município e os valores variam de R$ 30 a R$ 250, de acordo com a distância informada.

O IAN informou que a previsão é que os pagamentos do auxílio de transporte sejam efetuados até o dia nesta sexta-feira (25), mediante análise dos documentos enviados. Moradores de Jardim, no entanto, não terão direito ao recebimento deste auxílio.

A irregularidade gerou repercussão após relatos de que era possível acertar as questões apenas marcando as alternativas com a impressão mais fraca. O caso foi encaminhado para apuração do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) e da Polícia Civil.

A organizadora assumiu os custos para a nova aplicação do concurso devido à falha técnica identificada após as denúncias feitas pelos inscritos.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.