Aliados de Lula criticam Flávio Bolsonaro após notícia de viagem para os Estados Unidos
Membros do governo e parlamentares do Psol reagiram nas redes sociais ao rumor de que o senador teria deixado o país após as eleições.
Por Redação Diário Local
Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiram nesta terça-feira (27) à notícia de que o senador Flávio Bolsonaro (PL) teria deixado o Brasil em direção aos Estados Unidos. O senador, que teve o paradeiro incerto após o segundo turno das eleições presidenciais ocorrido no domingo (25), teria partido em um avião particular.
De acordo com informações do site argentino Infobae, publicadas na madrugada desta terça-feira (27), Flávio Bolsonaro teria seguido para a Argentina e, de lá, daria continuidade à viagem para a Flórida, nos Estados Unidos, utilizando um jatinho privado. A informação foi confirmada por pessoas próximas ao senador.
A possível saída do parlamentar do país gerou fortes críticas de integrantes do governo e da oposição nas redes sociais. A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) utilizou termos como “covarde” e “traidor da Pátria” para se referir ao senador.
Em publicação na rede social X, a deputada Erika Hilton também afirmou ter solicitado o bloqueio de bens e de contas bancárias de Flávio Bolsonaro e de sua esposa, Fernanda Bolsonaro.
O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos (Psol), também se manifestou criticamente contra o senador. Boulos utilizou termos ofensivos e realizou um comparativo entre a situação de Flávio e o contexto dos julgamentos do presidente Lula no âmbito da Operação Lava-Jato.
Em uma de suas publicações, o ministro comparou o comportamento de líderes ao de figuras que fogem, chamando o senador de “rato”.
Além de Boulos, o deputado federal eleito Guilherme Cortez (Psol-SP) também fez uso de insultos para se referir ao parlamentar após o resultado do pleito.
Até o momento, não houve posicionamento oficial do senador Flávio Bolsonaro sobre as informações de sua viagem ou sobre as críticas proferidas por parlamentares e ministros do governo.
