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Eleições

Brasileiros residentes em Lisboa votam neste domingo (4) no primeiro turno das eleições presidenciais

Eleitores no exterior iniciam votação para presidente e vice-presidente em diversos países antes da abertura das urnas no Brasil

Por Redação Diário Local

Brasileiros residentes no exterior iniciaram a votação para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 neste sábado (3). O processo para quem vive fora do país começou antecipadamente em relação ao território nacional devido aos diferentes fusos horários.

As seções eleitorais no exterior funcionam neste domingo (4), das 8h às 17h, seguindo o horário local de cada país, conforme orientações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No Brasil, a votação tem início previsto para as 8h deste domingo (4).

A votação no exterior começou pela Oceania, com a Nova Zelândia sendo o primeiro país a abrir as urnas em Wellington. Na sequência, as seções foram abertas na Austrália, em cidades como Sydney, Brisbane, Melbourne, Perth e Camberra, com horários escalonados devido às variações de fuso.

Diferente do que ocorre no Brasil, o eleitor que possui domicílio eleitoral no exterior vota exclusivamente para os cargos de presidente e vice-presidente da República. Em Lisboa, brasileiros compareceram às urnas na manhã deste domingo (4) com expectativas de mudanças e restauração do país.

O número de eleitores aptos a votar fora do Brasil cresceu mais de 30% em comparação ao pleito de 2022. Naquela ocasião, cerca de 697 mil brasileiros estavam habilitados; agora, o contingente ultrapassa 918 mil pessoas, distribuídas por 186 cidades e representando pouco mais de 0,5% do eleitorado total.

A logística para garantir o direito ao voto envolve o envio de urnas eletrônicas para 104 países. A Rússia foi o único país que não recebeu os equipamentos nesta edição, devido a entraves na logística aérea informados pela Justiça Eleitoral.

A organização do processo é realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), responsável pela Zona Eleitoral do Exterior, trabalhando em conjunto com o TSE e o Ministério das Relações Exteriores (MRE). As seções são instaladas em embaixadas, repartições consulares ou locais definidos pelas autoridades.

De acordo com a legislação eleitoral vigente, é necessário que haja um mínimo de 30 eleitores aptos para a criação de uma seção eleitoral em território estrangeiro.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.