Flávio Bolsonaro lidera intenções de voto no MS e venceria Lula em 2º turno, diz pesquisa
Levantamento da Real Time Big Data aponta Flávio Bolsonaro com 50% das intenções de voto contra 38% de Lula em eventual disputa.
Por Redação Diário Local
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lidera as intenções de voto para a presidência no Mato Grosso do Sul e venceria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno, aponta pesquisa divulgada nesta quinta-feira (6).
No cenário de primeiro turno, Flávio Bolsonaro aparece com 42% das intenções de voto, enquanto o atual presidente, Lula, registra 34%. Em terceiro lugar, o candidato Renan Santos (Missão) tem 7% das intenções, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 6%.
Na disputa entre os dois candidatos mais votados para um segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro alcança 50% dos votos, contra 38% de Luiz Inácio Lula da Silva. Para este cenário, os votos nulos ou em branco somam 7%, e 5% dos entrevistados não souberam responder.
Completando o quadro do primeiro turno, os candidatos Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) registram 1% cada. Outros nomes citados somam, juntos, 1% das intenções de voto, enquanto o total de votos nulos ou brancos no primeiro turno é de 5%.
Quem tem a maior rejeição?
O levantamento também mediu o índice de rejeição dos nomes pesquisados. O presidente Lula apresenta o maior percentual, com 54% de rejeição entre os eleitores consultados no estado.
O senador Flávio Bolsonaro aparece na sequência do quesito rejeição, com 38%. A pergunta utilizada para apurar o dado foi em quem o eleitor não votaria caso a eleição presidencial ocorresse no momento da consulta.
Dados da pesquisa
A pesquisa foi realizada pela Real Time Big Data e ouviu 1.600 eleitores do Mato Grosso do Sul entre os dias 1 (sábado) e 5 (quarta-feira) de agosto. O estudo possui margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01784/2026. O custo da pesquisa foi de R$ 24 mil, com financiamento por meio de recursos próprios.
