Pesquisa Quaest mostra Dr. Fernando Máximo e Sílvia Cristina na frente para o Senado em Rondônia
Levantamento divulgado nesta quinta-feira (24) revela intenções de voto para as duas vagas do Senado no estado.
Por Redação Diário Local
A disputa pelas duas vagas ao Senado em Rondônia apresenta novos números na segunda pesquisa Quaest para o estado. O levantamento, divulgado nesta quinta-feira (24), indica que Dr. Fernando Máximo (PL) e Sílvia Cristina (PP) possuem as maiores intenções de voto combinadas.
De acordo com os dados da pesquisa estimulada, Dr. Fernando Máximo registra 18% dos votos totais, seguido por Sílvia Cristina, com 16%. Outros nomes que aparecem no cenário são Mariana Carvalho (Republicanos), com 11%, e Bruno Bolsonaro Sheid (PL), com 8%.
Como estão os votos para a primeira e segunda vagas?
Ao analisar as preferências para a primeira vaga, Sílvia Cristina lidera com 22% das intenções, enquanto Dr. Fernando Máximo aparece logo atrás, com 21%. Mariana Carvalho aparece com 11% e Bruno Bolsonaro Sheid com 9% para essa posição.
Já na disputa pela segunda vaga, o cenário muda: Dr. Fernando Máximo aparece com 15%, seguido por Mariana Carvalho, com 11%, e Sílvia Cristina, com 9%. Bruno Bolsonaro Sheid registra 7% para a segunda vaga.
Na pesquisa espontânea — quando o eleitor é questionado sem uma lista de nomes — os índices são mais distribuídos, com Dr. Fernando Máximo e Sílvia Cristina empatados com 6% cada, seguidos por Bruno Bolsonaro Sheid com 4% e Mariana Carvalho com 3%.
Qual é o índice de rejeição dos candidatos?
A pesquisa também consultou os eleitores sobre o conhecimento e a disposição de voto em cada candidato. Os nomes com maiores índices de rejeição (eleitores que declaram conhecer o candidato, mas afirmam que não votariam nele) são Acir Gurgacz (PDT), com 33%, e Mariana Carvalho (Republicanos), com 23%.
Dr. Fernando Máximo apresenta 14% de rejeição, enquanto Sílvia Cristina possui 16%. Bruno Bolsonaro Sheid tem 12% de rejeição entre os ouvidos.
O levantamento da Quaest ouviu 804 pessoas com 16 anos ou mais no período entre 20 e nesta quarta-feira (23). A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RO-08556/2026 e BR-06511/2026.
