Allyson Bezerra lidera em quatro de seis pesquisas para o governo do Rio Grande do Norte
Levantamentos para o 2º turno mostram Allyson Bezerra à frente em quatro estudos e Cadu de Lula na liderança em dois.
Por Redação Diário Local
Os candidatos Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu de Lula (PT) disputam o 2º turno das eleições para o governo do Rio Grande do Norte neste domingo (25). Uma compilação de seis levantamentos realizados entre 13 e neste sábado (24) mostra que Allyson Bezerra lidera em quatro pesquisas, enquanto Cadu de Lula aparece à frente em dois estudos.
A análise considera os percentuais de votos válidos e abrange dados de levantamentos com diferentes metodologias e períodos de coleta. O embate entre os candidatos ocorre na véspera da votação, que define o novo governador do estado.
De acordo com o levantamento realizado pelo instituto Quaest, entre 23 e neste sábado (24) (24), foram entrevistados 2.154 eleitores, com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
No levantamento da Real Time Big Data, conduzido de 15 a nesta segunda-feira (19) (15 a 19), foram ouvidos 1.600 eleitores. A margem de erro registrada é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O instituto Qualittá realizou entrevistas de 16 a nesta terça-feira (20) (16 a 20) com 1.200 eleitores, apresentando margem de erro de 2,8 pontos percentuais. Já o levantamento do Instituto Item, feito de 13 a 15 de outubro (13 a 15), contou com 1.250 entrevistados e margem de erro de 2,77 pontos percentuais.
A pesquisa da Datavero foi realizada entre 13 e 15 de outubro (13 a 15), com amostra de 1.500 eleitores e margem de erro de 2,5 pontos percentuais. Por fim, o instituto AtlasIntel entrevistou 1.780 pessoas de 18 a nesta sexta-feira (23) (18 a 23), com margem de erro de 2 pontos percentuais.
Os dados compilados consideram apenas os votos válidos, excluindo respostas de nenhum, branco, nulo ou indecisos, quando necessário. Os cálculos estão sujeitos a arredondamentos conforme a metodologia de cada instituto.
Todos os estudos utilizados possuem registro na Justiça Eleitoral e metodologias conhecidas. Os resultados não devem ser interpretados como uma série temporal única ou como uma projeção exata da votação de domingo (25).
