Ricardo Rabelo assume a presidência do TRF6 em cerimônia realizada em Belo Horizonte
Nova gestão do Tribunal Regional Federal da 6ª Região terá como pilares a tecnologia, a inovação e a gestão de processos.
Por Redação Diário Local
O desembargador federal Ricardo Machado Rabelo assumiu a presidência do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6) nesta quinta-feira (20). A cerimônia de posse dos novos dirigentes ocorreu em Belo Horizonte, sede da corte responsável pela Justiça Federal de segunda instância em Minas Gerais.
Além da presidência, a nova composição da cúpula do tribunal conta com o desembargador Miguel Ângelo de Alvarenga Lopes, que passou a ocupar a vice-presidência e a corregedoria do órgão.
Para o novo presidente, a gestão será conduzida sob três pilares principais: gestão, tecnologia e inovação. Segundo Ricardo Rabelo, o foco será o aprimoramento dos métodos internos e a ampliação da transformação digital em toda a estrutura do TRF6.
No que diz respeito à corregedoria, o novo dirigente Miguel Ângelo afirmou que terá atenção especial voltada para a primeira instância. O objetivo declarado é a melhoria contínua dos serviços prestados diretamente à população.
Trajetória de Ricardo Rabelo
Ricardo Rabelo atua na magistratura federal desde 1993, com passagens por diversas unidades da Justiça Federal em Minas Gerais e no interior de São Paulo. Antes de assumir o comando da corte, ele já exercia as funções de vice-presidente e corregedor no próprio TRF6.
O desembargador também possui histórico de atuação em casos de grande impacto, como as negociações para a repactuação das medidas de reparação pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana. Ele coordenou a mesa de negociação que resultou no Novo Acordo da Bacia do Rio Doce.
Trajetória de Miguel Ângelo
Miguel Ângelo de Alvarenga Lopes ingressou na magistratura federal em 1997. Dentro da estrutura do TRF6, ele já presidiu a 2ª Seção e a 3ª Turma do tribunal.
O novo vice-presidente e corregedor também atua em grupos ligados à gestão e ao pagamento de precatórios no Conselho da Justiça Federal (CJF) e no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ao longo de sua carreira, Miguel Ângelo também presidiu a Associação dos Juízes Federais de Minas Gerais (Ajufemg) e ocupou a vice-presidência da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe).
