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Política

Tabata Amaral declara patrimônio de R$ 674,5 mil em novo registro ao TSE

Deputada informou possuir R$ 674,5 mil em bens neste ano, valor inferior ao registrado em sua candidatura à Prefeitura de São Paulo em 2024.

Por Redação Diário Local

A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um patrimônio de R$ 674,5 mil para o pleito de 2026. O valor informado representa uma redução de aproximadamente R$ 133 mil em comparação ao montante registrado em 2024, quando a parlamentar concorreu à Prefeitura de São Paulo.

A composição dos bens declarados pela deputada deste ano é formada por três itens principais. Estão incluídos R$ 588,5 mil em investimentos, R$ 79,5 mil referentes a um imóvel financiado e R$ 6,3 mil em conta-corrente.

Na disputa eleitoral de 2024, a parlamentar havia apresentado um patrimônio total de R$ 807,8 mil. Naquela ocasião, o montante era composto por R$ 799,3 mil aplicados em investimentos e R$ 8,5 mil depositados em conta bancária.

O histórico financeiro da deputada na Câmara dos Deputados remete à sua primeira eleição, em 2018. Naquele período, Tabata informou possuir bens no valor de R$ 122,9 mil, sendo que o principal ativo eram fundos de ações, avaliados em cerca de R$ 88 mil.

A declaração da parlamentar ocorre em um contexto de mudanças em seu núcleo familiar. Em fevereiro de 2026, Tabata casou-se com o então prefeito de Recife, João Campos (PSB), que agora é candidato ao governo de Pernambuco.

Na última movimentação de bens de João Campos, o político declarou um patrimônio de R$ 2,8 milhões. O valor registrado neste ano é superior aos R$ 2,6 milhões informados pelo candidato em 2024.

A análise das declarações ao TSE permite acompanhar a evolução patrimonial dos candidatos ao longo das sucessivas campanhas eleitorais. Os dados são fundamentais para o acompanhamento da transparência e das movimentações de ativos de parlamentares e gestores públicos.

As informações sobre os bens dos candidatos são de acesso público por meio do sistema do Tribunal Superior Eleitoral. A transparência dessas declarações é utilizada para verificar a conformidade dos ativos com a renda declarada pelos agentes políticos.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.