Narrador Luis Roberto termina tratamento contra câncer de cabeça e pescoço após detectar caroço no pescoço
Jornalista completou 33 sessões de radioterapia e sete de quimioterapia após diagnóstico em abril; ele alerta para sinais precoces.
Por Redação Diário Local
O narrador Luis Roberto, de 64 anos, comunicou o término de seu tratamento contra um câncer de cabeça e pescoço. O diagnóstico ocorreu em abril deste ano, após o jornalista notar a presença de um caroço na região do pescoço.
Durante o processo de recuperação, o comunicador realizou 33 sessões de radioterapia e sete de quimioterapia. Ele utilizou suas redes sociais para reforçar a importância de identificar os sinais da doença precocemente.
Quais são os sinais de alerta?
Além da presença de nódulos ou caroços no pescoço, existem outros sintomas que exigem investigação médica imediata. Entre eles, destacam-se feridas na boca ou na garganta que não cicatrizam em até 15 dias, rouquidão persistente e dor ou dificuldade para engolir.
Outros sinais podem incluir sangramentos pela boca, sensação de corpo estranho na região, cansaço persistente, perda de peso sem motivo aparente, febre prolongada e suor noturno. A recomendação é buscar atendimento especializado caso esses sintomas se manifestem.
O que é o câncer de cabeça e pescoço?
O termo abrange tumores que podem surgir em regiões como boca, garganta, laringe, faringe, tireoide e cavidade oral. Quando a neoplasia ocorre na região cervical, pode envolver os tecidos da laringe, faringe ou tireoide, resultando em tumores benignos ou malignos.
No Brasil, o câncer de cabeça e pescoço é o terceiro tipo mais frequente, com incidência majoritária em homens. Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontam que 80% dos casos são identificados apenas em estágios avançados, principalmente na laringe, orofaringe, hipofaringe e cavidade oral.
Fatores de risco e diagnóstico
O consumo excessivo de álcool, o tabagismo e a infecção por HPV são considerados os principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença, além do histórico familiar. O diagnóstico geralmente envolve exames de imagem, como ressonância magnética e tomografia, com confirmação por meio de biópsia.
O tratamento varia conforme a gravidade e a localização do tumor, podendo incluir procedimentos cirúrgicos, quimioterapia, radioterapia ou imunoterapia. Procure avaliação médica.
