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Igreja celebra Dia de São Moisés nesta sexta-feira (4) e relembra trajetória do profeta

Celebrado nesta sexta-feira (4), o santo liderou o êxodo dos hebreus e recebeu os Dez Mandamentos no Monte Sinai

Por Redação Diário Local

A Igreja celebra o Dia de São Moisés nesta sexta-feira (4). Considerado um dos maiores profetas do Antigo Testamento, o santo é lembrado por liderar o êxodo dos hebreus e mediar a relação entre o povo e Deus durante a caminhada até a Terra Prometida.

A trajetória de Moisés é registrada nos livros bíblicos de Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio, que detalham desde sua infância até os anos finais de sua vida no deserto.

Como foi a infância de Moisés?

Moisés nasceu em um período de perseguição aos hebreus. Para evitar uma ordem do faraó contra os meninos daquela etnia, sua mãe o colocou em um cesto no rio Nilo. A criança foi encontrada e criada pela filha do faraó na corte egípcia, apesar de sua origem hebraica.

Já na fase adulta, Moisés deixou o palácio após matar um egípcio que agredia um hebreu. Para evitar punições, ele fugiu para o deserto.

O chamado e a libertação dos hebreus

No deserto, a narrativa bíblica descreve que Deus apareceu a Moisés por meio de uma sarça ardente que não era consumida pelo fogo. Nesse momento, ele recebeu a missão de retornar ao Egito e exigir a libertação dos hebreus.

Acompanhado de seu irmão, Arão, Moisés enfrentou a recusa inicial do faraó. Após uma sequência de pragas, o governante permitiu a saída do povo. Durante a jornada, ocorreu a travessia do Mar Vermelho, em que, segundo o relato, as águas se abriram para a passagem dos israelitas.

Os últimos anos e o legado

Ao chegarem ao Monte Sinai, os israelitas receberam as Tábuas da Lei, contendo os Dez Mandamentos, entregues a Moisés. Ele conduziu o povo por 40 anos no deserto, enfrentando diversos conflitos e dificuldades.

De acordo com o livro de Deuteronômio, Moisés faleceu aos 120 anos, após contemplar Canaã do alto do Monte Nebo, sem chegar a ingressar na Terra Prometida. A liderança dos israelitas foi assumida por Josué após sua morte.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.