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Zona da Mata

Trabalhador é demitido por atestado falso e assaltante é preso após furtar 34 relógios em Juiz de Fora

Polícia Civil investiga trabalhador por documento falso e um jovem de 20 anos é detido após invadir loja de shopping.

Por Redação Diário Local

Um trabalhador de 37 anos foi demitido em Juiz de Fora após apresentar um atestado médico falso à empresa onde trabalhava. A Polícia Civil investiga o caso, que envolve a entrega de um documento digital falsificado no dia 1º de julho (01).

De acordo com o registro da Polícia Militar (PM), o funcionário entregou o documento à empregadora na data mencionada. Durante o processo de verificação, a empresa identificou indícios de irregularidade e registrou um Boletim de Ocorrência no dia 15 de julho (15).

Para confirmar a autenticidade, a empresa consultou a médica responsável pela assinatura no documento. Ela informou que a validação eletrônica não era verdadeira e confirmou que não realizou o atendimento do paciente na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte na data indicada no atestado.

Furto de relógios em shopping

Em outro caso registrado na região, um jovem de 20 anos foi preso na noite de domingo (19) após furtar 34 relógios de uma loja no Shopping Jardim Norte, em Juiz de Fora. Segundo a PM, o suspeito utilizou uma chave clonada para acessar um estabelecimento ao lado da joalheria.

Após entrar no local vizinho, o homem quebrou a parede para invadir a loja de relógios e desligou o sistema de energia com o objetivo de dificultar o funcionamento dos dispositivos de segurança. O suspeito foi flagrado por seguranças do shopping e contido até a chegada da Polícia Militar.

Em nota, a assessoria do Shopping Jardim Norte informou que a equipe de segurança identificou uma movimentação incomum após o fechamento das lojas e agiu para conter o suspeito. O caso segue sob investigação das autoridades locais.

Transplante renal inédito entre hospitais

Na área da saúde, uma técnica de transplante renal pareado permitiu um procedimento inédito entre hospitais de diferentes estados. A ação foi realizada entre a Santa Casa de Juiz de Fora e o Hospital das Clínicas da USP, em São Paulo, envolvendo dois pacientes: Rafael Veloso, de 40 anos, e Dirlene Nunes Parente, de 73 anos.

O procedimento, ocorrido em maio, utilizou a técnica de troca de doadores com compatibilidade cruzada. No transplante renal pareado, quando um doador vivo não é compatível com o paciente, o sistema identifica outra dupla em situação semelhante para que os doadores troquem os receptores.

De acordo com especialistas, esse método é fundamental para ampliar o número de transplantes realizados e reduzir o tempo de espera por órgãos no Brasil. O caso de Juiz de Fora destaca a viabilidade da integração entre centros transplantadores de diferentes regiões.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.