Diário Local
Campo Grande

Mulher passa mal durante dedetização emergencial contra percevejos em CAPS de Campo Grande

Procedimento contra infestação de percevejos ocorreu no CAPS Vila Margarida; paciente recebeu atendimento imediato após desmaio.

Por Redação Diário Local

Uma mulher passou mal e desmaiou no final da manhã desta quinta-feira (05) durante um serviço de dedetização emergencial no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Vila Margarida, em Campo Grande.

A medida foi tomada para combater uma infestação de percevejos identificada nos leitos masculinos da unidade. O desmaio ocorreu durante o procedimento, que foi realizado para garantir as condições de higiene e segurança do ambiente de atendimento.

Pacientes que estavam no local relataram que a aplicação do veneno começou enquanto ainda havia pessoas dentro do prédio. Segundo os relatos, após o início do serviço, os prestadores de serviço orientaram as pessoas a se deslocarem para a área externa.

Testemunhas afirmaram que, após o início da dedetização, diversas pessoas começaram a tossir e a apresentar queixas de mal-estar. O episódio gerou reclamações entre os usuários da unidade de saúde.

O caso foi alvo de críticas do vereador Landmark Ferreira Rios, que questionou a responsabilidade da Prefeitura de Campo Grande ao permitir o serviço com pacientes no local. O parlamentar afirmou que solicitará explicações formamente via ofício à gestão municipal.

A Secretaria Municipal de Saúde Pública (Sesau) informou que a dedetização ocorreu em caráter emergencial. De acordo com o órgão, o procedimento seguiu as orientações de segurança da empresa responsável, incluindo o isolamento da área tratada e a retirada temporária de pacientes.

A Sesau destacou que a paciente que passou mal recebeu atendimento imediato da equipe de enfermagem do próprio CAPS. A secretaria lamentou o ocorrido e reforçou a necessidade da medida para manter a higiene do local.

A empresa responsável pela dedetização afirmou, em nota, que o produto utilizado no procedimento não era nocivo aos frequentadores da unidade. Como a unidade possui atendimento 24 horas, a dedetização havia sido programada para o horário de menor movimento de usuários.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.