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Economia

Dólar fecha a R$ 4,97 e acumula queda de 9,35% em 2026

Moeda comercial recuou 0,51% nesta terça-feira (6) e acompanhou ajustes de mercado após o primeiro turno das eleições.

Por Redação Diário Local

O dólar comercial recuou 0,51% nesta terça-feira (6) e encerrou o pregão cotado a R$ 4,9757. Com o recuo, a moeda acumula queda de 9,35% desde o início de 2026.

O movimento foi influenciado pelos ajustes de posições realizados pelo mercado financeiro após o primeiro turno das eleições. Os investidores também monitoraram os dados das balanças comerciais do Brasil e dos Estados Unidos, além das expectativas para os juros norte-americanos.

No câmbio turismo, a moeda registrou queda de 0,48% e terminou o dia a R$ 5,168. No acumulado da semana, o dólar comercial registrou desvalorização de 4,60%, enquanto o recuo em outubro é de 3,84%.

Nos Estados Unidos, o mercado acompanhou novos dados de emprego e declarações de integrantes do Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano. Esses indicadores são utilizados para calcular os próximos passos nos juros do país, o que impacta o fluxo de recursos para economias como a brasileira.

Desempenho da balança comercial

O Brasil registrou um superávit comercial de US$ 7,74 bilhões em setembro. O resultado aponta uma alta de 146,4% em comparação ao mesmo mês de 2025.

As exportações brasileiras cresceram 12,9%, somando US$ 34,42 bilhões no período. Já as importações apresentaram recuo de 2,4%, totalizando US$ 26,68 bilhões.

Mercado de ações e petróleo

O Ibovespa, principal índice da B3, recuou 0,52% e fechou aos 205.835 pontos nesta terça-feira (6). O índice havia superado a marca de 200 mil pontos na segunda-feira (5), mas, apesar do recuo do dia, acumula alta de 27,73% no ano.

No setor de energia, o petróleo Brent avançou 0,3% e encerrou o dia cotado a US$ 100,58 por barril. O WTI (West Texas Intermediate) apresentou estabilidade e terminou o pregão a US$ 89,44.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.