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Caixa Econômica

Empregados da Caixa rejeitam proposta e mantêm greve com risco de atrasos em financiamentos

Categoria rejeitou nova proposta nesta segunda-feira (21); canais digitais e lotéricas seguem ativos, mas atendimento em agências pode ter atrasos.

Por Redação Diário Local

Os empregados da Caixa Econômica Federal mantêm a paralisação nacional após a categoria rejeitar, nesta segunda-feira (21), uma nova proposta apresentada pelo banco. A greve, que teve início em 10 de setembro, deve continuar por tempo indeterminado enquanto o comando de greve avalia as próximas medidas.

De acordo com a Comissão Executiva dos Empregados, a proposta foi rejeitada por mais de 90% das bases sindicais. A principal consequência para os clientes é a possível dificuldade no atendimento presencial dentro das agências.

Quais serviços continuam disponíveis?

Apesar da paralisação, os canais digitais e a rede de autoatendimento seguem operacionais. O aplicativo da Caixa e o Internet Banking permitem realizar operações como consulta de saldo e extrato, Pix, transferências, pagamento de boletos, movimentação de investimentos e contratação de alguns empréstimos.

Os terminais de autoatendimento também podem ser usados para saques, depósitos, consultas e movimentação de benefícios sociais. Além disso, as lotéricas e os correspondentes CAIXA Aqui continuam oferecendo serviços como pagamentos de contas, prestações habitacionais e consultas de saldo.

Para beneficiários de programas sociais, o aplicativo Caixa Tem permanece como uma opção para pagamentos, transferências e geração de códigos para saques em canais alternativos.

O que pode enfrentar atrasos?

As dificuldades maiores estão concentradas em operações que exigem atendimento ou processamento físico nas agências. Processos de financiamento imobiliário, análise de documentação e liberação de crédito podem sofrer atrasos devido à redução das equipes de trabalho.

A extensão do impacto pode variar conforme a agência e a região, uma vez que certas etapas de contratos e operações de crédito não podem ser concluídas integralmente pelos meios digitais.

Por que os funcionários estão em greve?

O principal ponto de divergência nas negociações é o Saúde Caixa, plano de assistência médica dos empregados. A proposta rejeitada nesta segunda-feira (21) previa ampliar de 6,5% para 9% da folha de pagamento o teto de participação da Caixa no custeio do plano a partir de 2027.

Os trabalhadores também reivindicam mudanças em outros pontos do acordo coletivo. Por sua vez, a Caixa informou que apresentou propostas envolvendo o Saúde Caixa, o Super CAIXA, atendimento e outras cláusulas.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.