Mini-índice encerra sessão em queda e monitora níveis de suporte para quarta-feira (5)
Contrato com vencimento em agosto fechou em queda de 0,23% e depende de rompimentos para definir direção
Por Redação Diário Local
Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão de segunda-feira (04) com queda de 0,23%, fixando os 178.360 pontos. O recuo ocorreu após o ativo apresentar valorização no início do pregão e devolver os ganhos ao longo do dia.
O desempenho do contrato foi acompanhado pela volatilidade do Ibovespa, que recuou 0,06% aos 177.894,97 pontos. O índice principal foi pressionado pelas baixas de Itaú e Petrobras, embora a alta da Vale tenha ajudado a limitar as perdas do mercado local.
No cenário externo, as bolsas de Wall Street e as europeias registraram avanços. O otimismo foi impulsionado por negociações entre Estados Unidos e Irã, movimento que também provocou a queda nos preços do petróleo.
Para os operadores de mini-índice, os principais vetores de volatilidade incluem a recente decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), o desempenho das commodities e a divergência de resultados entre bancos, Petrobras e Vale.
Análise técnica: suportes e resistências
Na análise do gráfico de 15 minutos, o contrato fechou entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Para que a tendência de baixa se intensifique, é necessário que o fluxo vendedor rompa o suporte entre 178.170 e 178.000 pontos, o que pode levar o ativo a 177.410 ou 176.985 pontos.
Caso a pressão vendedora se estenda, os alvos mais longos estão situados entre 176.670 e 176.000 pontos. Em contrapartida, a retomada do fluxo comprador depende de superar a resistência na faixa de 178.530 a 179.010 pontos.
No gráfico diário, o mini-índice também fechou em queda após encontrar resistência na média móvel de 200 períodos. Apesar do recuo, o ativo permanece acima das médias de 9 e 21 períodos, inserido em um cenário de movimentação lateral e elevada volatilidade.
Para retomar a alta no gráfico diário, o contrato precisa ultrapassar a resistência de 179.715 a 180.670 pontos. No gráfico de 60 minutos, a situação é considerada mais pressionada, com o fechamento abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos.
Nesse intervalo de 60 minutos, a volta do fluxo comprador exige volume para vencer a resistência em 179.755/180.670 pontos. Se o suporte em 177.410/176.985 pontos for rompido, o contrato pode recuar até a região de 176.690 pontos, com alvos mais distantes em 173.500 pontos.
