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Economia

Pobreza nos Estados Unidos cai para o menor nível histórico em 2025, aponta Censo

Taxa de pobreza nos EUA recuou para 10,2% em 2025, acompanhada por um aumento no recorde da renda média das famílias.

Por Redação Diário Local

A taxa de pobreza nos Estados Unidos caiu para o menor nível já registrado em 2025, acompanhada por um aumento recorde na renda média das famílias, informou o Escritório do Censo nesta terça-feira (15).

O indicador recuou 0,5 ponto percentual no período, fixando-se em 10,2%. Ao todo, 34,5 milhões de pessoas viviam na pobreza no país no ano passado, o que representa o menor patamar desde o início da série histórica do órgão.

A queda foi a segunda consecutiva no índice. O levantamento ocorre em um momento de discussões sobre os efeitos de cortes nos gastos federais destinados a programas de assistência social.

O que dizem os dados de renda e pobreza?

Além da taxa oficial, o Censo apresentou a medida suplementar de pobreza, que contabiliza impostos e benefícios governamentais não monetários, registrada em 13,1%.

No que dizse respeito à renda, as famílias americanas tiveram um aumento de 2,6% na média, alcançando US$ 87.460. De acordo com os critérios do órgão para o ano de 2025, uma família composta por dois adultos e duas crianças era classificada como pobre caso tivesse renda anual inferior a US$ 32.649.

A taxa de pobreza entre crianças também registrou um patamar histórico, fechando em 13,4%.

Cobertura de seguro de saúde

Quanto ao acesso à saúde, a maioria da população atendida pelo seguro de saúde durante parte ou a totalidade de 2025. Contudo, o Censo apontou que 26,7 milhões de pessoas, o que corresponde a 7,9% da população, não possuíam cobertura em nenhum momento do ano.

Segundo o órgão, não houve uma mudança expressiva em relação aos dados do ano anterior, e o percentual de pessoas sem seguro permaneceu próximo aos menores níveis já registrados historicamente.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.