CDBs pagam até 14,9% ao ano nesta terça-feira (29) em plataforma da XP
Investimentos em renda fixa apresentam CDBs com taxas prefixadas de 14,9% e títulos de inflação com IPCA + 8,4% nesta terça-feira (29).
Por Redação Diário Local
O mercado de renda fixa apresenta nesta terça-feira (29) opções de CDBs com taxas prefixadas de até 14,9% ao ano para vencimentos superiores a 12 meses. Na plataforma da XP, títulos atrelados à inflação também chegam a pagar até IPCA + 8,4% para prazos acima de um ano.
No segmento de títulos pós-fixados, os Certificados de Depósito Bancário (CDB) podem oferecer rendimento de até 104,25% do CDI para o período de 12 meses. As Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) apresentam taxas prefixadas de até 11,9% em um ano.
As LCAs atreladas à inflação rendem até IPCA + 5,3% em 12 meses, enquanto as opções pós-fixadas do setor alcançam 86,5% do CDI para vencimentos superiores a um ano. Já as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) possuem taxas prefixadas de até 11,2% em 12 meses.
Para os investidores de LCI pós-fixada, as taxas chegam a 85,5% do CDI com vencimento em um ano. Entre os ativos em destaque, constam o CDB do Banco XP, com taxa de IPCA + 7,34% e vencimento em setembro de 2045, e o CDB Fibra, com rendimento de 14,65% ao ano para setembro de 2029.
Outras opções disponíveis incluem a LCA do BTG Pactual, com taxa de 86% do CDI e vencimento em março de 2029, além da LCI da Caixa Econômica Federal (CEF), que paga 86% do CDI com prazo para novembro de 2026.
Como está o cenário das taxas de juros?
As taxas dos Depósitos Interfinanceiros (DI) fecharam a segunda-feira (28) com altas em toda a curva a termo. O movimento foi impulsionado pelo avanço dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano (Treasuries) e pela valorização do petróleo no mercado internacional.
No fim da tarde da segunda-feira (28), a taxa do DI para janeiro de 2028 registrou 13,655%, uma alta de 2 pontos-base em relação aos 13,632% da sessão anterior. Na ponta longa da curva, a taxa para janeiro de 2035 subiu 6 pontos-base, atingindo 14,03%.
O cenário externo foi afetado pela oscilação do barril de petróleo Brent acima de US$ 105, em meio a impasses nas negociações de paz entre Estados Unidos e Irã. No Brasil, as pesquisas eleitorais também contribuíram para a movimentação das taxas.
