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Membros da família de Preta Gil compartilham como lidam com o luto após morte da cantora

Cantores e familiares de Preta Gil relatam o processo de ressignificar a dor e transformar a saudade em celebração do legado da artista.

Por Redação Diário Local

Membros da família da cantora Preta Gil têm compartilhado reflexões sobre como lidam com o processo de luto após a morte da artista, ocorrida em julho de 2025. A morte aconteceu em decorrência de complicações de um câncer colorretal.

Para os familiares, a experiência tem sido de transformar a saudade em uma forma de celebração do legado deixado pela cantora. O grupo busca vivenciar o luto como um processo coletivo, evitando o isolamento causado pela dor.

Em participação recente em um programa de televisão, o cantor Gilberto Gil definiu o sofrimento como um elemento de amadurecimento e transmutação espiritual. Segundo o artista, a dor funciona como um desafio para o indivíduo e como um ponto de transformação.

O cantor utilizou uma metáfora para explicar o processo, comparando o sofrimento ao combustível que move um veículo, enquanto o prazer seria a paisagem. Para ele, a dor possui um caráter de aprendizado constante.

Como os familiares ressignificam a perda?

A sobrinha de Preta, Flor Gil, de 17 anos, afirmou que a morte da tia permitiu uma nova conexão espiritual e a capacidade de ressignificar sentimentos. Para a jovem, a relação com a artista se transformou e continua sendo fundamental para sua conexão com o divino.

A chef de cozinha Bela Gil também relatou a saudade da alegria da cantora, destacando especialmente sua risada e o astral único. Bela descreveu a relação entre as duas como uma irmandade muito próxima e intensa.

A profissional relembrou momentos de conexão, como as madrugadas em que as duas conversavam sobre a família. Para Bela, a presença de Preta preenchia todos os espaços físicos e emocionais ao seu redor.

A presença da cantora no cotidiano

Francisco Gil, de 31 anos e filho da artista, relatou que, um ano após a partida da mãe, busca exercitar a presença dela por meio de lembranças e objetos pessoais. Ele explicou que a casa foi preenchida com fotos, quadros e itens que remetem à cantora.

O filho mencionou que, embora não pretendesse ter animais de estimação, hoje possui dois cães, Lua e Estrela, em memória da mãe. Ele afirmou que mantém a memória de Preta viva através de conversas constantes e lembranças do sorriso da artista.

Francisco detalhou que as boas lembranças servem como uma forma de cura durante os momentos de saudade. Ele relatou que, em momentos de incerteza, busca encontrar respostas no último olhar que recebeu de Preta.

A empresária Flora Gil, de 66 anos, esposa de Gilberto Gil e madrasta de Preta, também relembrou o entusiasmo e a generosidade da cantora. Em publicação recente, ela ressaltou que a artista permanece viva no coração da família.

A empresária compartilhou uma imagem de Preta ao lado do sobrinho, Bento, reforçando o sentimento de amor que permanece apesar da ausência física. O relato de Flora reforça o tom de celebração do legado deixado pela artista.

O grupo familiar tem buscado manter o legado de Preta Gil através de memórias que unem a família. A abordagem de todos converge para a ideia de que a presença da cantora continua influenciando o cotidiano de seus parentes.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.