Mãe de criança relata falta de apoio de Jajá durante internação de filha
Rafaela Moura afirmou que o jogador não respondeu a pedidos de ajuda para custear medicamentos e tratamentos durante período de internação da bebê
Por Diário Local
A mãe de Antonella, de 2 anos, relatou a falta de auxílio do jogador Jair Diego Alves de Brito, conhecido como Jajá, durante um período de internação da criança. Rafaela Moura afirmou que não obteve resposta do atleta ao solicitar ajuda para custear a internação e os medicamentos da filha.
De acordo com os relatos de Rafaela, a necessidade de buscar atendimento em um hospital público ocorreu porque não houve retorno por parte do jogador diante dos pedidos de apoio financeiro. Ela apresentou mensagens enviadas ao atleta informando que a criança apresentava sintomas que demandavam investigação médica.
Nas mensagens, a mãe explicou que não possuía condições de arcar com tratamentos em rede particular e que a bebê precisava de cuidados imediatos. Ela chegou a informar ao jogador que a filha encontrava-se internada para receber soro e passar por exames de investigação.
O quadro de saúde da criança
A bebê foi diagnosticada com uma inflamação no trato gastrointestinal, condição que afeta o estômago e o intestino delgado. Rafaela relatou que, embora a menina tenha recebido alta para seguir o tratamento com medicação em casa, ela permaneceria muito debilitada.
A mãe afirmou que tem arcado sozinha com a criação e as despesas da filha nos últimos meses. Ela ressaltou que recorreu ao jogador apenas devido à situação de extrema necessidade enfrentada durante o problema de saúde da menor.
Disputa judicial por paternidade e pensão
O caso envolve um processo de reconhecimento de paternidade e cobrança de pensão alimentícia. Um exame de DNA realizado no âmbito judicial teria confirmado o vínculo entre o jogador e a criança, com o reconhecimento oficial da paternidade ocorrendo em dezembro de 2025.
Após a decisão que estabeleceu o dever de pagar pensão, a Justiça teria fixado o valor dos alimentos em 12 salários-mínimos. A definição do montante ocorreu após contestações sobre a capacidade financeira do atleta, que teria recebido salários superiores a R$ 140 mil mensais como jogador profissional.
Atualmente, tramita uma nova batalha judicial para a cobrança de parcelas de pensão que estariam em atraso. O débito acumulado pode ultrapassar R$ 125 mil, uma vez que, segundo informações do processo, o jogador teria realizado apenas dois depósitos desde que a obrigação alimentar foi estabelecida.
