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Brasil lidera Grupo C e analistas exaltam seleção na Copa: 'Não tem que ter medo de ninguém'

Comentaristas celebraram a vitória sobre a Escócia e destacaram que a mudança tática elevou o Brasil a um novo patamar na Copa do Mundo.

Por Diário Local

A seleção brasileira derrotou a Escócia por 3 a 0 e garantiu a liderança do Grupo C da Copa do Mundo, resultado que gerou análises entusiasmadas de comentaristas esportivos na madrugada desta quinta-feira.

O apresentador André Rizek avaliou que a vitória colocou o Brasil em outro nível no torneio. "O Brasil passa a estar em outro patamar", disse. Antes do confronto, Rizek via a seleção como desafiante dos adversários da segunda fase — posição que, na sua avaliação, mudou após o desempenho contra os escoceses. "Achava que o Brasil entraria na condição de desafiante deles. Hoje, depois da evolução que a gente teve, no mínimo, entramos de igual para igual. Acho que mudou o patamar", afirmou.

Para o apresentador, o bom momento de Vinicius Jr. está diretamente associado ao encaixe do time. "Se o Vini está brilhando, tem muito a ver com o encaixe", destacou Rizek.

O ex-jogador e comentarista Felipe Melo atribuiu a melhora a uma mudança de estratégia feita às vésperas do torneio. "A gente pode entender que tudo fez parte da busca por um time. Buscou com quatro atacantes que, para mim, não deu certo nenhum jogo. Era o Plano A. Ele teve coragem, às vésperas da Copa, de mudar. Com a volta do Paquetá, o meio mais forte. Teve encaixe com o Rayan, Vini e Matheus. O time achou o encaixe e, coletivamente, melhorou", analisou.

Melo também demonstrou confiança para a fase eliminatória. "Não tem que ter medo de nenhuma seleção. Tem que ter respeito. Somos os únicos pentacampeões", declarou o comentarista.

Paulo Nunes também não escondeu a empolgação. Ele elogiou os ajustes feitos por Ancelotti e avaliou que potencializaram as qualidades individuais dos jogadores. "Resultado absurdo. Poderia ter sido mais. Hoje, quem jogou mal? Não teve ninguém. Teve uns que jogaram melhor. Mas o time foi compacto em tudo. Eu tô empolgado demais. Estava com medo de quem estava vindo. Não tenho medo mais", declarou.

Na segunda fase, o Brasil enfrentará o segundo colocado do Grupo F, ainda a ser definido nesta quinta-feira. Holanda, Japão e Suécia disputam a vaga, com o Brasil tendo quase 60% de chances de encarar a equipe japonesa, segundo cálculos divulgados.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.