Ashley Moody vence Angie Nixon e garante vaga no Senado pela Flórida
Candidata republicana superou a democrata Angie Nixon com 2,5 pontos percentais de vantagem após apuração de 96% dos votos.
Por Redação Diário Local
A candidata republicana Ashley Moody venceu a disputa pela vaga de senadora da Flórida contra a democrata Angie Nixon durante as eleições de meio de mandato realizadas nesta terça-feira (3). Com 96% dos votos apurados, Moody obteve uma vantagem de 2,5 pontos percentuais sobre a adversária.
A apuração foi marcada por oscilações no placar. Durante grande parte da contagem, Nixon chegou a aparecer na frente, mas a republicana retomou a liderança antes do encerramento total da contagem dos votos.
O resultado de Moody foi superior ao esperado por levantamentos de opinião. Pesquisas de intenção de voto indicavam uma vantagem de 6 pontos percentuais para a republicana antes do pleito.
Ashley Moody, de 51 anos, é advogada e já atuava como senadora pelo estado. Ela ocupou a vaga após ser indicada pelo Partido Republicano em 2025, decorrente da renúncia de Marco Rubio, que assumiu o cargo de Secretário de Estado no governo de Donald Trump.
A candidata derrotada, Angie Nixon, tem 42 anos e é empresária e ativista comunitária. Integrante da organização Socialistas Democráticos da América, Nixon havia vencido as primárias em agosto deste ano contra Alex Vindman, candidato que contava com orçamento superior.
A vitória de Moody reforça o perfil político da Flórida como um reduto republicano. O desempenho da candidata mantém a tendência de dominância do partido no estado, que apresenta margens significativas de vitória para os republicanos em ciclos anteriores.
Em 2022, por exemplo, o senador Marco Rubio foi reeleito com 57,7% dos votos, contra 41,3% da democrata Val Deming, uma diferença superior a 16 pontos percentuais. Já em 2024, o senador Rick Scott foi eleito com 55,6% dos votos, frente aos 42,8% de Debbie Mucarsel-Powell, também do Partido Democrata.
Nixon, que anteriormente foi deputada estadual na Flórida desde 2020, teve seu desempenho na disputa classificado pela imprensa internacional como uma "reviravolta" antes da conclusão definitiva do resultado.
