Ex-funcionário de creche é acusado de mais de 200 crimes sexuais contra crianças na Austrália
Ashley Paul Griffith é acusado de cometer 202 crimes sexuais, incluindo estupro de crianças, durante período de trabalho em creche em Sydney.
Por Redação Diário Local
Um ex-funcionário de uma creche em Sydney, na Austrália, foi acusado nesta quinta-feira (30) de cometer 202 crimes sexuais contra crianças. As novas acusações incluem crimes que ocorreram entre 2014 e 2017, período em que o suspeito trabalhava na unidade de ensino.
O levantamento detalha que, entre os delitos apurados, há 68 acusações de estupro de criança com menos de 10 anos de idade. Além disso, foram registrados 42 casos de estupro agravado contra menores que estavam sob a responsabilidade direta de Griffith.
A superintendente detetive Linda Howlett, comandante da Divisão de Crimes Sexuais contra Crianças, classificou a situação como algo "realmente horrível". Segundo a autoridade, a investigação trata de abusos sexuais praticados contra crianças pequenas ao longo de um período prolongado.
Ashley Paul Griffith já possui uma condenação anterior à prisão perpétua, estabelecida em novembro de 2024. Naquela ocasião, ele se declarou culpado por mais de 300 crimes sexuais cometidos contra quase 70 vítimas.
Os crimes que levaram à primeira condenação ocorreram em creches localizadas em Brisbane, na Austrália, e também na Itália. O histórico criminal do acusado abrange um período de duas décadas de atividades ilícitas.
Em razão do surgimento desses novos fatos, o homem passará por um novo julgamento judicial. O Serviço Correcional de Queensland informou que a nova fase processual deve ampliar o histórico de crimes contra menores apurados pelas autoridades.
Até que o julgamento seja concluído, Griffith permanecerá detido no estado de Nova Gales do Sul. A custódia será mantida conforme as diretrizes de segurança das autoridades locais durante o trâmite jurídico.
O Serviço Correcional de Queensland esclareceu que o réu cumprirá o restante de sua pena no estado que lhe impuser a sentença mais longa. Essa medida define onde o condenado deverá permanecer encarcerado após o encerramento de todos os processos.
