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Irã afirma que superpetroleiro com 2 milhões de barris explodiu após atingir mina

Embarcação que transportava mais de 2 milhões de barris de petróleo bruto explodiu após atingir mina naval, segundo a Guarda Revolucionária.

Por Redação Diário Local

A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) afirmou que um superpetroleiro que transportava mais de dois milhões de barris de petróleo bruto explodiu no Estreito de Ormuz após atingir uma mina naval. O comunicado foi divulgado pela instituição neste sábado (17).

Segundo a organização, a embarcação realizava uma tentativa de travessia ilegal por uma importante rota marítima. A Guarda Revolucionária classificou o navio como "desonesto" devido ao descumprimento das normas locais.

Em mensagem publicada por meio do aplicativo Telegram, a IRGC declarou que o Estreito de Ormuz encontra-se fechado para a navegação. O grupo justificou a ação como consequência da violação das regulamentações iranianas por embarcações na região.

A instituição utilizou o episódio para criticar a presença de forças estrangeiras na área. No comunicado, a Guarda Revolucionária afirmou que o ocorrido é um resultado da "queima da confiança no exército terrorista americano".

O Estreito de Ormuz é considerado uma das rotas de transporte de petróleo mais estratégicas e movimentadas do mundo. A explosão envolvendo o superpetroleiro ocorre em um contexto de tensões sobre a regulação do tráfego marítimo na passagem.

Até o momento, a carga de dois milhões de barris de petróleo bruto que estava a bordo do navio não teve seu destino final detalhado. A mensagem da IRGC reforça a postura de controle sobre a zona de navegação.

A Guarda Revolucionária segue reiterando que o respeito às normas iranianas é condição para o trânsito na rota. O grupo associou o incidente diretamente às ações de forças militares dos Estados Unidos.

A situação no Estreito de Ormuz permanece sob monitoramento após o anúncio da explosão causada pela mina naval. Não foram fornecidos detalhes adicionais sobre possíveis vítimas ou danos ambientais imediatos no comunicado do grupo.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.