Mulher é presa nos Estados Unidos suspeita de matar o filho de 2 anos por acreditar que ele era o anticristo
Defesa de Corie Walsh, de 40 anos, afirma que ela enfrentava um episódio psicótico no momento do crime ocorrido em Illinois.
Por Redação Diário Local
Uma mulher de 40 anos foi presa no estado de Illinois, nos Estados Unidos, acusada de matar o próprio filho, de 2 anos, por acreditar que a criança era "o diabo e o anticristo". A defesa de Corie Walsh alegou que a suspeita enfrentava um episódio psicótico no momento do crime.
A criança foi encontrada por um vizinho e encaminhada a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O caso ocorreu enquanto o marido de Walsh estava fora da cidade.
De acordo com os advogados de Corie Walsh, o ocorrido é uma tragédia para a família, que vive o luto pela perda do filho. A defesa sustenta que a investigação deve considerar o estado de saúde mental da mulher durante o incidente.
No momento do crime, outro bebê estava na residência, mas não sofreu nenhum ferimento. Outras duas crianças também estavam na casa, mas não foram atingidas, pois se encontravam na escola.
A defesa de Walsh busca, por meio de uma apresentação detalhada dos fatos, que se compreenda a condição psicológica da acusada. O objetivo é que a investigação esclareça o contexto do episódio psicótico relatado.
O caso tem semelhanças com outros episódios de saúde mental no país, como o julgamento de Lindsay Clancy, em Massachusetts, cuja defesa também alega psicose pós-parto como fator determinante em crime semelhante.
A ocorrência reforça a necessidade de atenção a transtornos mentais graves e episódios de surto psicótico. Especialistas reforçam que o acompanhamento profissional é essencial para o manejo dessas condições.
Se você, ou alguém que você conhece, precisa de ajuda para lidar com problemas de saúde mental, pode entrar em contato com o Centro de Valorização da Vida (CVV) pelo número 188. O atendimento é gratuito, sigiloso e funciona 24 horas por dia.
Além do CVV, o Núcleo de Saúde Mental (Nusam) do Samu atende demandas relacionadas a transtornos psicológicos por meio da Central de Regulação Médica 192. Na rede pública, a assistência pode ser buscada nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e unidades básicas de saúde.
