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Secretária do Meio Ambiente do Reino Unido recomenda estocar alimentos para enfrentar El Niño

Secretária Angela Eagle recomenda preparação de alimentos diante de previsão de tempestades extremas e verões secos no país.

Por Redação Diário Local

A secretária do Meio Ambiente do Reino Unido, Angela Eagle, recomendou que a população realize o estoque de alimentos para se preparar para condições climáticas extremas causadas pelo fenômeno El Niño. A orientação busca aumentar a resiliência dos cidadãos diante da previsão de tempestades severas em território britânico.

A recomendação foi feita nesta quinta-feira (3). Segundo a secretária, possuir uma reserva de mantimentos que possa sustentar as pessoas até a chegada dos serviços de emergência garante uma situação de maior segurança em casos de desastres.

As projeções do governo britânico indicam que o país poderá enfrentar um "super El Niño" nos próximos meses. O cenário meteorológico deve trazer verões mais secos, invernos com maiores índices de chuva e episódios de tempestades extremas.

O fenômeno é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Trata-se de um evento climático natural que ocorre, em média, a cada dois anos.

A Organização Meteorológica Mundial (OMM), braço climático da Organização das Nações Unidas (ONU), prevê que os efeitos desse fenômeno possam se prolongar até fevereiro de 2027. Os impactos variam conforme a região do planeta e podem ser modificados por outros fatores climáticos.

Devido ao El Niño, a expectativa é de ocorrência de eventos climáticos extremos em diferentes partes do mundo. A intensidade e o tipo de impacto dependem da localização geográfica e da interação com outros sistemas meteorológicos.

A estratégia de estocar alimentos é apresentada como uma medida de preparação para minimizar riscos. A autoridade enfatizou que a preparação ajuda a comunidade a lidar melhor com o período de instabilidade climática previsto.

O monitoramento das condições oceânicas e atmosféricas continua sendo realizado por órgãos internacionais. O objetivo é acompanhar a evolução do fenômeno e alertar as populações sobre possíveis mudanças drásticas no tempo.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.