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Espírito Santo

Elefante-marinho é visto descansando em praia de Linhares, no Espírito Santo

Mamífero foi registrado por banhista em Pontal do Ipiranga nesta quinta-feira (10); especialistas alertam para distância segura.

Por Redação Diário Local

Um elefante-marinho foi filmado durante um período de descanso na praia de Pontal do Ipiranga, em Linhares, no litoral norte do Espírito Santo, na manhã desta quinta-feira (10). O mamífero surpreendeu banhistas que passavam pela região no momento do avistamento.

O registro foi feito por um banhista que se aproximou do animal e demonstrou surpresa com o porte do mamífero. Em vídeo, o homem comentou sobre o tamanho da espécie durante a gravação do momento de repouso na areia.

O animal já havia sido visto anteriormente na região de Degredo, área próxima ao local onde este novo registro ocorreu. Na última terça-feira (8), o elefante-marinho também foi avistado na localidade.

Por que a espécie aparece no Brasil?

A presença desses animais no litoral capixaba é considerada um comportamento comum. Segundo o médico veterinário e coordenador de pesquisa do Instituto Baleia Jubarte, Milton Marcondes, as espécimes costumam viver em colônias na Argentina durante a juventude.

Ao atingirem a fase adulta, os elefantes-marinhos percorrem longas distâncias e acabam chegando ao litoral brasileiro. O especialista explica que a espécie passa a maior parte do tempo no mar em busca de alimentação.

A busca por faixas de areia acontece quando os animais precisam descansar da atividade constante no oceano. Por isso, é frequente encontrar o mamífero em momentos de repouso na costa.

Quais os cuidados com os banhistas?

Para garantir a segurança de todos, a orientação é que os banhistas mantenham uma distância mínima de 20 metros do animal. As autoridades recomendam evitar qualquer tentativa de aproximação do elefante-marinho.

Embora o animal possa parecer lento enquanto descansa, ele é pesado e possui capacidade de se movimentar rapidamente. O contato próximo também oferece riscos de mordidas e de transmissão de doenças.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.