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Segurança

Idoso perde R$ 30 mil em golpe de falso advogado no bairro Reserva Esmeralda, em Marília

Criminosos usaram dados de processo judicial real e mensagens de WhatsApp para enganar morador de 72 anos.

Por Redação Diário Local

Um morador de 72 anos, residente no bairro Reserva Esmeralda, em Marília, perdeu R$ 30 mil ao ser vítima de um golpe do falso advogado. Os criminosos utilizaram dados reais de um processo judicial da vítima para realizar o estelionato por meio de mensagens de WhatsApp e videochamadas.

O crime teve início nesta quinta-feira (20), quando o idoso recebeu uma mensagem no aplicativo de mensagens utilizando a foto de seu advogado real. No contato falso, o perfil parabenizou o morador por uma suposta vitória na Justiça e enviou a cópia de uma sentença judicial para dar credibilidade à fraude.

Após o primeiro contato, um segundo criminoso realizou uma videochamada fingindo ser um funcionário do tribunal. Durante a conversa, o golpista alegou que a vítima precisaria realizar transferências bancárias de teste para que o dinheiro da ação judicial pudesse ser liberado.

Acreditando na abordagem, o idoso efetuou dois pagamentos via Pix, no valor de R$ 10 mil cada, além de realizar duas transferências bancárias de R$ 5 mil. O prejuízo total acumulado pela vítima foi de R$ 30 mil.

O morador só percebeu que estava sendo enganado na sexta-feira (21), quando os estelionatários entraram em contato novamente solicitando novos pagamentos. Diante da insistência, o idoso decidiu verificar a situação.

Antes de registrar a ocorrência, o homem ligou diretamente para o seu advogado real para confirmar a veracidade das informações. Após constatar que se tratava de uma fraude, o idoso encaminhou o caso para as autoridades policiais.

O caso evidencia o uso de dados reais de processos para aumentar a confiança das vítimas em golpes digitais. Os criminosos utilizam informações que parecem legítimas para induzir o pagamento de taxas ou transferências inexistentes.

A Polícia Civil deve investigar o caso para identificar os responsáveis pelas contas que receberam os valores. Recomenda-se que cidadãos desconfiem de solicitações de pagamentos via Pix ou transferências para liberação de valores judiciais por meio de aplicativos de mensagens.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.