Diário Local
Maringá

Mergulhadores tentam recuperar iPhone 17 em lago de Maringá, mas encontram celular de servidor

Equipe de mergulhadores foi contratada para buscar aparelho caído de pedalinho, mas acaba recuperando celular de funcionário do parque

Por Redação Diário Local

Uma equipe de mergulhadores realizou buscas pelo lago do Parque do Ingá, em Maringá, no último fim de semana para tentar recuperar um iPhone 17. Apesar dos esforços, o aparelho não foi encontrado, mas os profissionais conseguiram localizar um segundo celular que caiu durante a ação.

O serviço de resgate foi contratado para buscar o celular que caiu na água após um visitante virar um pedalinho durante um passeio. A equipe Delta Sub foi autorizada pelo Instituto Ambiental de Maringá (IAM) para realizar o trabalho, mas o aparelho de última geração não foi localizado.

De acordo com o mergulhador Dinho Silva, responsável pela operação, o proprietário não conseguiu informar o ponto exato onde o celular caiu. Além disso, a visibilidade da água no lago é de apenas meio metro, o que comprometeu a busca, que durou cerca de três horas.

O segundo celular encontrado

O trabalho de busca ganhou um novo elemento quando um servidor da prefeitura que trabalhava no parque deixou o próprio celular cair na água enquanto filmava o resgate. Diferente da busca pelo iPhone 17, os profissionais encontraram este segundo aparelho, um iPhone 14, em aproximadamente 20 minutos.

O dispositivo recuperado saiu intacto e em funcionamento. Segundo Silva, o dono do primeiro celular tentou utilizar uma rede para retirá-lo da água, o que acabou enterrando o objeto no barro submerso do fundo do lago.

O mergulhador explicou que o uso de detectores de metal não foi possível devido à presença de minério de ferro no fundo do lago, o que interferia no equipamento. Por isso, a busca precisou ser feita manualmente.

Proposta de limpeza no lago

Após a atividade, a equipe Delta Sub identificou uma grande quantidade de objetos submersos no lago do Parque do Ingá, especialmente próximos à área de atracagem dos pedalinhos. Além de celulares, foram detectados óculos, alianças e chaves na água.

Os profissionais pretendem realizar uma limpeza na área, trabalho que depende de autorização da administração do parque e do IAM. A equipe, que tem base em Cianorte e atua há 11 anos, também realiza buscas especializadas em rios e portos.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.