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Liga Açaí realiza 2ª edição do Mundial de Futebol de Botão no Pará com VAR e transmissão ao vivo

A Liga Açaí promoveu em Ananindeua a segunda edição do Mundial de Futebol de Botão, com VAR, transmissão ao vivo e réplica do troféu icônico da competição.

Por Diário Local

Com o planeta voltado para a Copa do Mundo de Futebol nos Estados Unidos, no Canadá e no México, botonistas paraenses organizaram sua própria versão do torneio. A Liga Açaí de Futebol de Botão realizou a segunda edição do seu Mundial em um condomínio de Ananindeua, no Pará, com transmissão ao vivo, árbitro de vídeo (VAR) e adoção da regra oficial 8x2.

A grande campeã foi a seleção da Austrália, conduzida por Eid Anderson, multicampeão na modalidade. Na final, os australianos superaram o Marrocos, representado pelo botonista Jeverson Santiago. O torneio reuniu equipes que representam seleções participantes do Mundial da Fifa, com jogos simultâneos, entrega de medalhas e uma réplica do troféu icônico.

Para Yuri Marinho, um dos fundadores da Liga Açaí, a edição de 2026 foi uma das mais disputadas da história do projeto. "A competição teve um nível técnico maior em relação à última edição. Com os jogadores mais experientes, o ciclo de 2026 foi bem acirrado. Os competidores não vieram a passeio e mostraram que qualquer um ali poderia ter sido o campeão", afirmou.

Um projeto nascido da nostalgia do botão

A Liga Açaí surgiu em 2019, quando três amigos resolveram resgatar a nostalgia do futebol de palheta. O início foi artesanal: os fundadores recrutaram participantes pelas redes sociais para dar forma às primeiras disputas.

Com o tempo, o projeto ganhou estrutura e passou a seguir um calendário anual que replica o do futebol profissional — com fases equivalentes ao Campeonato Brasileiro, vagas para a Libertadores e para a Copa Sul-Americana, e a temporada encerrando no Mundial de Clubes, como acontece no futebol de campo.

A Copa do Mundo de mesa é o ponto mais alto desse projeto. Em 2026, com nível técnico superior à edição anterior, o torneio ficou marcado como um dos mais acirrados da história da liga.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.