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Castro, do Paysandu, busca na Copa do Mundo lições defensivas de Argentina e França para Série C

O defensor revelou que a disciplina coletiva de Argentina e França na Copa é o principal aprendizado que pretende aplicar com o clube na Série C.

Por Diário Local

O zagueiro Castro, do Paysandu, revelou que tem acompanhado os jogos da Copa do Mundo com atenção redobrada para aprimorar seu desempenho tático. Em entrevista concedida na Curuzu, o defensor elegeu a disciplina coletiva na fase defensiva — observada em seleções como Argentina e França — como o principal aprendizado do torneio, que pretende levar para a sequência da Série C.

Ao ser questionado sobre o que tirou ao observar as grandes seleções, Castro foi direto: "O que eu posso tirar dessa Copa do Mundo é a humildade de se defender. A gente está vendo equipes grandes aí, como a Argentina e a França, marcando ali atrás da linha da bola, sabendo defender bem na hora de defender e atacando na hora de atacar", afirmou o atleta.

Para o zagueiro, essa mentalidade coletiva é fundamental para o Paysandu independentemente de onde a partida for disputada. Segundo ele, a equipe precisa saber o momento certo de defender, tanto dentro quanto fora de casa.

Com o próximo compromisso marcado contra o Santa Cruz pela Série C, Castro também destacou a importância de atuar na Curuzu. O atleta acredita que o apoio da torcida bicolor será determinante para que a equipe busque o resultado positivo. "A gente sabe da importância de jogar dentro de casa junto com a nossa torcida, a festa que ela faz, o apoio que eles dão pra gente nos apoiando até o final. Querendo ou não, é um jogador a mais ali que tá com a gente fora de campo", disse o defensor.

Apesar de conhecer a história do Santa Cruz e ter amigos no elenco do clube adversário, Castro garantiu que a preparação está voltada exclusivamente para o trabalho do próprio grupo. "Independente do adversário, vamos impor nosso ritmo de jogo, aquele jogo bonito e com muita garra que sempre fazemos na Curuzu", declarou.

O defensor também falou sobre sua facilidade em participar das transições ofensivas. Segundo Castro, as temporadas em que atuou como volante explicam essa característica e contribuem para dar mais liberdade ao meio-campo do Paysandu no momento de atacar.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.