Terminal Gentileza registra mais de 10 mil atendimentos sociais na Região Portuária do Rio
Ações sociais gratuitas de saúde, empregabilidade e cidadania ocorreram no terminal entre janeiro e junho de 2026.
Por Redação Diário Local
O Terminal Gentileza, na Região Portuária do Rio de Janeiro, realizou mais de 10 mil atendimentos em ações sociais gratuitas no primeiro semestre de 2026. Entre janeiro e junho do ano, as atividades ofereceram serviços em áreas como saúde, empregabilidade, cidadania, qualificação profissional e apoio psicossocial.
As ações no terminal, administrado pela concessionária VLT Carioca, incluíram campanhas de vacinação e feiras de emprego e estágio. O espaço também serviu para o preenchimento do Imposto de Renda e para a emissão e regularização de diversos documentos.
No campo da saúde, foram oferecidas orientações sobre saúde mental e atividades de promoção da qualidade de vida. Esses serviços ocorreram por meio do programa Caminhos para a Saúde, realizado em parceria com o Instituto Motiva.
A administração do terminal busca transformar o ponto de transporte em um centro de convivência e desenvolvimento social. Segundo a concessionária, a alta circulação de passageiros e a localização estratégica facilitam o alcance das iniciativas.
O gerente executivo de Operações do VLT Carioca, Rodrigo Feitoza, afirma que a oferta de serviços gratuitos facilita o acesso da população a direitos e oportunidades. Para o executivo, as ações transformam o tempo de passagem pelo terminal em praticidade para os usuários.
A realização das atividades contou com o apoio de diversas entidades. Entre os parceiros estão a Secretaria Municipal de Saúde, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).
Também participaram das ações o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), o Conselho Regional de Contabilidade (CRC-RJ), a Fundação Mudes e o SEST/SENAT. Outros órgãos consultados incluem a Fundação para a Infância e Adolescência (FIA) e o Projeto Help.
O suporte social também foi reforçado por grupos como o Depressão Tem Cura e o Empoderadas RJ. Para as atividades de mobilização e integração com o público, houve ainda a participação de bandas do Exército e da Guarda Municipal.
