Tendências gastronômicas 2026: o que vamos comer este ano
Aproveitamento integral, ingredientes regionais e busca por fibras estão entre as apostas que devem guiar bares, restaurantes e mercados.
Por Diário Local
A cozinha de 2026 mistura consciência climática, saúde funcional e orgulho do que é nosso. Reunimos as principais tendências apontadas por consultorias e pelo próprio mercado para o ano.
Aproveitamento integral e upcycling
Gastronomia circular vira regra: cascas, talos e partes menos visíveis dos alimentos ganham protagonismo, reduzindo desperdício e custo e agregando valor nutricional.
Ingredientes regionais
A valorização da despensa brasileira se consolida como pilar da alta gastronomia, na esteira da busca por autenticidade, sustentabilidade e identidade cultural.
Mais fibras e saúde funcional
Fibras aparecem com força em massas, pães, biscoitos e até bebidas. O movimento acompanha o consumidor que quer prazer e funcionalidade no mesmo prato.
Ingredientes que resistem ao clima
Cactos, algas, milheto e sorgo despontam como apostas para um cenário de calor extremo e escassez de água — alimentos que prosperam em condições adversas.
Texturas em destaque
Crocância, cremosidade, espumas e o chamado chewy (macio, mas resistente à mordida) entram no radar de quem busca experiência sensorial.
Para levar para casaComprar de safra, aproveitar talos e cascas em caldos e priorizar ingredientes regionais são formas simples de surfar essas tendências na cozinha do dia a dia.
Mais do que modismo, o pano de fundo é claro: comer melhor, desperdiçar menos e reconhecer o valor do que é cultivado por aqui.
